Tudo o que você precisa saber para abrir sua empresa sem dor de cabeça

Tudo o que você precisa saber para abrir sua empresa sem dor de cabeça

Então você resolveu abrir uma empresa, ótimo! Mas e agora, por onde começar? Todos os dias no Brasil milhares de empresas são abertas e outras tantas são fechadas (bate na madeira!), e para te ajudar a fazer tudo certinho e potencializar as suas chances de sucesso, a MTCONT elaborou esta página com tudo o que você precisa saber para abrir a sua empresa. Pegue aquela xícara de café, coloque os fones de ouvido, e vem com a gente!

O começo de tudo – como saber a hora certa de abrir uma empresa

Ter uma empresa é quase como ter um filho, precisa saber a hora certa, e este momento depende de uma série de fatores. Três deles são fundamentais, olha só:

1. Não param de te pedir nota fiscal;

2. Quero (e vou) faturar mais;

3. Quero (e vou) ser grande, ou seja, pagar meus impostos.

Como prestador de serviço, abrir uma empresa deve entrar em pauta quando você já está caminhando com jobs, clientes e novos projetos. Abrir uma empresa quando você ainda está engatinhando no trabalho, conquistando clientes e consolidando o seu trabalho, talvez não seja uma boa ideia.

Importante: o processo de abertura de empresas leva, em média, 45 dias, então é bom se programar com este prazo.

Ok, realmente preciso abrir uma empresa. Qual o melhor tipo?

Queremos te contar um pouco sobre o MEI, que eu tenho certeza que já passou pela sua cabeça abrir um. O Micro Empreendedor Individual é um programa do Governo Federal criado para regularizar quem trabalha por conta própria, pagando cerca de R$40,00/mês você tem um CNPJ, contribui para o INSS, não é obrigado a emitir NF (mas pode, se precisar) e ainda não precisa ter um contador.

Lindo, não? Sem dúvida, mas somente para aquelas profissões que são permitidas e isso não inclui atividades intelectuais e profissões regulamentadas. Ou seja, designers, publicitários, desenvolvedores, consultores etc não podem ser MEI. Além disso, não pode ter sócios, faturar mais de R$5.000,00/mês e só podem ter 01 funcionário ganhando o piso salarial.

Aqui está o site do MEI onde você consegue todas as informações: http://www.portaldoempreendedor.gov.br/mei-microempreendedor-individual

Diferenças entre os tipos de empresas

Agora seu mundo caiu e você não pode ser MEI, #comofaz? Abre uma Micro Empresa! Espera aí, mas MEI e Micro Empresa não são a mesma coisa?

Calma, aqui vão as diferenças:

MEI – Micro Empreendedor Individual.

Somente um sócio, faturamento até R$5 mil/mês, atividades limitadas, não é obrigado a emitir NF, paga cerca de R$50/mês de impostos.

ME – Micro Empresa.

Pode ter um ou mais sócios, faturamento até R$360 mil/ano, atividades ilimitadas, pode emitir quantas notas quiser, paga imposto sobre faturamento entre 4,5% e 19,5%.

E o Super Simples o que é? O Simples Nacional é um regime de tributação, ou seja, uma forma de pagar impostos e basicamente é traduzido numa forma unificada de pagamento de impostos, uma única guia, uma única data de pagamento.

Não confunda o Simples como um tipo de empresa, muita gente costuma falar “Preciso abrir um Simples”, na verdade você precisa abrir uma empresa que, em geral, será uma ME – Micro Empresa – enquadrada no Simples.

Siglas (e mais siglas…)

Entendido sobre os tipos de empresas, vamos entrar no mundo do regime jurídico. Nossa, vou precisar de um advogado agora……não, é bem tranquilo.

Regime Jurídico nada mais é do que a forma de constituição da empresa, quem são os sócios, participação de cada um, qual é o capital e o que deve constar no contrato social.

Vale lembrar que este contrato normalmente é padrão, elaborado pelo contador, com as informações fornecidas por você. A primeira decisão a ser tomada diz respeito aos sócios, já que sua empresa poderá ser constituída como:

Empresário Individual (EI) – Aqui, você é o titular da empresa e responderá de forma ilimitada em caso de dívidas. O capital social recomendado é de R$1.000,00, o que significa dizer que este é o valor que a sua empresa precisa para iniciar suas atividades.

EIRELI – Na EIRELI, você também é o único sócio, mas não responde com seus bens pelas dívidas da empresa. Neste caso, o capital social mínimo é de R$93.700,00 que pode ser em bens ou dinheiro. Importante: em caso de dívidas da empresa, o valor acima deverá estar disponível para quitação.

LTDA – Sociedade limitada é formada por dois ou mais sócios que contribuem com moeda ou bens avaliáveis em dinheiro para formação do capital social. A responsabilidade dos sócios é restrita ao valor do capital social, que é recomendado ser R$1.000,00.

Você deve estar se perguntando, e qual a melhor opção? Pois bem, depende da sua atividade e da disponibilidade de ter ou não um sócio. Na MTCONT, a equipe de contadores fanáticos poderá te apoiar nestas etapas.

Definindo as atividades

Mais uma sigla para o seu vocabulário: CNAE – Código Nacional de Atividade Econômica. É a partir da definição do(s) seu(s) CNAE que você saberá quanto vai pagar de impostos. E sim, você pode ter vários deles, um será o principal e é por ele que você emitirá a maioria de suas notas. Os demais serão os secundários e servirão de apoio para as suas atividades, exemplo:

Você é designer e trabalha com… design, oras! Mas você também faz, às vezes, produção de fotografias, organiza uns eventos na sua área e edita uma revista de design. Então sua empresa poderia ser assim:

Atividade Primária

CNAE 7410-2/99 ATIVIDADES DE DESIGN NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE (aqui entram os serviços de design gráfico e de diagramação)

Atividades Secundárias

CNAE 7420-0/01 Atividades de produção de fotografias, exceto aérea e submarina

CNAE 8230-0/01 Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas

CNAE 5813-1/00 Edição de revistas

Legal, e quanto vou pagar de impostos? Aqui você encontra (http://mtcont.com.br/servicos/tabela-simples-nacional/) a lista com todas as atividades que podem ser enquadradas no Simples Nacional e seus respectivos impostos, lembrando que a MTCONT pode te ajudar nesta escolha. Na configuração da empresa acima, a atividade primária teria um imposto de 16,93% sobre o faturamento e as secundárias, teriam um imposto de 6%.

E se?

A pergunta que não quer calar: e se eu colocar uma atividade secundária como primária para pagar menos imposto, eu posso? Por lei, você deve inserir como atividade primária aquela que mais executa. O ideal é que você liste exatamente as atividades que você presta, se você é designer, pode ser que 90% do seu tempo seja dedicado a edição de revistas, por exemplo, e então estará correto sua atividade primária ser edição de revistas ao invés de design.

Mais um exemplo cada vez mais comum: você tem um blog, está fazendo sucesso e precisa abrir uma empresa para vender anúncios e conteúdos.

Seu CNAE primário poderia ser 6319-4/00 – Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet – com alíquota de imposto inicial em 6% sobre o faturamento.

A dica aqui é consultar um contador para te ajudar a definir as atividades pertinentes ao seu trabalho, escolhendo aquela que vai te deixar regularizado e evitar dor de cabeça.

Perguntas e Respostas

Como emitir Nota Fiscal?

Você já sabe que MEI não é obrigado a emitir nota fiscal e que uma empresa ME pode emitir quantas notas precisar. Vale reforçar que só pode emitir nota fiscal quem tem empresa aberta. A MTCONT abre a sua empresa e já providencia este cadastro, assim como o passo a passo para emissão de NFS-e em diversas prefeituras.

Como pagar os impostos?

Quando você emite nota fiscal, automaticamente terá impostos a pagar e eles vencem sempre no dia 20 do mês seguinte a emissão da NFS-e, para empresas do Simples. Então se você prestou um serviço de R$1 mil este mês e seu imposto é de 6%, no mês seguinte terá R$60,00 de imposto a pagar. Esta guia é gerada pelo contador e encaminhada para você pagar.

E se eu não pagar os impostos?

Não faz isso não. Preveja este custo no seu orçamento e mantenha-se regularizado.

Só assim você terá crédito na praça, poderá sempre emitir suas notas fiscais, não vai criar dívida ativa e dormirá em paz. #ficaadica

Mas, se acontecer de você não pagar, será penalizado com multa e juros e em algum momento terá que renegociar a dívida. O governo costuma abrir negociação com as empresas devedoras de tempos em tempos.

Perguntas e Respostas #2

Pagando o imposto eu garanto a minha aposentadoria?

Não. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Imposto é a contribuição que você paga para o estado para ajudar a custear despesas administrativas e de infra estrutura. A aposentadoria é uma contribuição à parte que você faz e que se baseia no seu salário.

Mas dono de empresa tem salário? Tem sim, e é chamado de pró-labore. Você tem a opção de retirar uma quantia mensal e sobre esta quantia contribuir cerca de 11% para a previdência social, quanto maior for o seu pró-labore maior será a sua contribuição e, consequentemente, sua aposentadoria.

Você tem a opção de não ter pró-labore enquanto sua empresa está sem movimentação. Paralelo a isso, existe também a opção de retirar os lucros da sua empresa, que serão apurados pela contabilidade, mas aí não estará contribuindo para o INSS e fica à sua escolha guardar dinheiro, fazer previdência privada ou jogar na Mega Sena para garantir o futuro.

Sou obrigado a ter um contador?

Sim, tendo uma empresa ME você é obrigado por lei a ter um contador. Mas a contabilidade está mudando, se tornando acessível e é assim que a MTCONT atua: democratizando os serviços contábeis no Brasil.

Oferecemos o serviço de contabilidade com mensalidades à partir de R$ 250,00.

Crise é oportunidade para novos negócios!

Em tempos de “vacas magras”, os empresários desenvolvem uma aversão aos riscos. Certo? Errado. Os fatos mostram que é justamente nesse momento que surge uma geração de novos empreendedores que recorrem à criatividade e à inovação para dar início a um novo ciclo de crescimento.

Por isso, não tema. Empreenda com planejamento e dedicação, assumindo as rédeas do seu próprio negócio.

Queremos ouvir falar de você muito em breve. De preferência, conosco!

Venha para MTCONT! Clique aqui ou entre em contato pelos telefones (65) 3028-9500 / (65) 99607-5679.

Imposto de Renda: O que fazer para não cair na Malha Fina em 2017

 

A Malha Fiscal da Declaração de Ajuste Anual da Pessoa Física, popularmente conhecida como “malha fina”, é a revisão sistemática de todas as declarações do imposto de renda dos contribuintes, nos modelos completo e simplificado, efetuada de forma eletrônica.

malha-finaNesta revisão são realizadas diversas verificações nos dados declarados pelo contribuinte e efetuados os devidos cruzamentos das informações com os demais elementos disponíveis nos sistemas da Secretaria da Receita Federal.

Quando a declaração é entregue pelo contribuinte dá-se início ao processamento eletrônico das informações declaradas. É nesta fase que são realizadas sequências de verificações para identificar erros de preenchimento e informações inconsistentes que podem caracterizar infração à legislação tributária federal.

Dependendo da irregularidade que for encontrada, interrompe-se o processamento da declaração que segue para uma análise mais minuciosa até a solução dos problemas detectados, o que pode acontecer internamente pela RFB ou, nos casos em que é necessária a participação do contribuinte, mediante intimação para apresentação de informações e documentos.

Então, o que fazer para evitar que a minha declaração pare na malha fina?

Existem alguns parâmetros que devem nortear o preenchimento da Declaração de Ajuste Anual da Pessoa Física e que se forem atendidos na sua totalidade reduzem significativamente a hipótese do contribuinte ter sua declaração retida neste procedimento fiscal.

Valor do Imposto de Renda Retido na Fonte: Os computadores da Receita Federal realizam com muita eficácia um cruzamento a fim de validar as informações sobre a retenção declarada, ou seja, verifica se o imposto foi mesmo retido e se os valores são iguais. Este procedimento é possível em virtude das pessoas jurídicas entregarem a DIRF, onde constam tais valores. Portanto é de suma importância que o contribuinte observe atentamente os valores constantes no Comprovante de Rendimentos Pagos e de Retenção de IRRF que é fornecido pela fonte pagadora ao beneficiário dos rendimentos.

Ausência de Fontes Pagadoras: Outro cruzamento, ainda atrelado à DIRF, verifica se todas as empresas que declararam pagamentos estão constando na declaração. As empresas informam à Receita Federal todos os pagamentos feitos por trabalho assalariado e todos os demais pagamentos efetuados, desde que superem R$ 6.000,00 no ano ou que tenham algum imposto retido.

Recebimentos de Resgate de Previdência Privada: Os resgates realizados pelos contribuintes também são de conhecimento da Receita Federal já que são totalmente informados pelas empresas de previdência privada, portanto não esqueça de mencionar estes valores quando ocorrerem.

Despesas com Saúde: Os valores declarados devem estar suportados por documentos (recibos, cópias de cheques nominativos, transferências bancárias e boletos) que comprovem os pagamentos, pois serão confrontados com os valores declarados pelos profissionais, laboratórios e planos de saúde.

Variação Patrimonial: A relação entre a renda declarada e a variação patrimonial deve ser compatível. Uma forma de analisar tal compatibilidade é através da planilha de origens e aplicações de recursos. O aumento do patrimônio do contribuinte do início para o final do ano, em inconformidade com os rendimentos declarados (rendimentos tributáveis, rendimentos isentos ou não tributáveis, e rendimentos tributados exclusivamente na fonte), indicam a possibilidade de fraude ou omissão de receita. Normalmente as grandes diferenças, não explicadas, são motivos de malha fina, sendo as demais registradas na Secretaria da Receita Federal, podendo desencadear uma fiscalização posterior.

Apesar destes serem os erros mais comuns no preenchimento das declarações das pessoas físicas, ainda existem outros motivos que podem não reter a declaração em malha fina, mas ser motivo de um processo de fiscalização por parte do fisco. Veja alguns exemplos:

Falta de declaração de aquisição de veículos novos: Periodicamente as montadoras de veículos informam à Receita Federal os dados dos adquirentes de veículos, dados que são cruzados com as declarações das pessoas físicas, assim, a falta de declaração de uma aquisição de veículo, fica sujeita a fiscalização.

Falta de declaração de aquisição de imóveis das incorporadoras: Seguindo o mesmo critério das montadoras, as incorporadoras são obrigadas a informar ao fisco federal todos os dados de seus compradores, inclusive os valores pagos no ano, portanto este é mais um valor que necessita de especial atenção para evitar um processo fiscal.

Falta de declaração de aluguéis recebidos: Assim como as incorporadoras e montadoras, a obrigatoriedade de apresentação de dados se estende às imobiliárias que transmitem os valores pagos aos locadores cujos imóveis são por elas administrados.

Falta de declaração de imóveis adquiridos: Os cartórios seguem uma rotina de prestação de informações sobre todas as escrituras lavradas e os documentos registrados, indicando vendedores e compradores e os respectivos valores das transações.

Despesas com cartões de crédito: Administradoras de cartões de crédito informam todos os cartões cujos gastos foram superiores a R$ 5.000,00 mensais. Neste caso a renda consumida deve ser suficiente para suportar tais gastos, podendo indicar que o contribuinte está omitindo informações de sua real renda.

Movimentação bancária elevada: As instituições financeiras informam toda a movimentação bancária à Receita Federal, através da DIMOF. Desta forma, os depósitos bancários devem ter origem devidamente justificada pelos rendimentos declarados, pela venda de bens, transferências entre contas, ou outra relação que caracterize o lastro do dinheiro.

Enfim, de uma forma ou de outra, todas as operações realizadas pelo contribuinte que envolvam a sua renda e o uso que faz dela, são circularizados com as obrigações impostas às empresas de um modo geral e a atenção a todos estes detalhes no momento da montagem de sua declaração, evita problemas com o fisco federal e a retenção na malha fina.

Tenha o máximo de atenção possível e guarde muito bem a documentação utilizada na em sua Declaração de Ajuste Anual, pois as multas são bastante pesadas e a visão da Receita Federal está cada vez mais aguçada.

Reinaldo Luiz Lunelli é contabilista, consultor de empresas, professor universitário e autor de obras de cunho tributário e contábil.

6 passos para iniciar bem o seu novo negócio em Cuiabá


A abertura e o gerenciamento de empresas exigem um conjunto de habilidades e conhecimentos. É preciso entender o mercado, o público e planejar bem o negócio.

Passo a passo

Uma boa gestão considera estratégias de marketing, um fluxo de caixa controlado e passa também por muita criatividade e inovação.

O Sebrae criou um roteiro para facilitar a abertura da sua empresa. Conte com o Sebrae no ambiente online, no atendimento presencial e bom proveito!

1. Saiba que negócio abrir em Cuiabá

Você quer se tornar um empreendedor mas não sabe por onde começar ou que negócio abrir? Então, visite os menus Ideias de negócios e Tipos e Ramos. Confira sugestões de como ganhar dinheiro, descubra o que é preciso ter para montar um negócio e veja como o Sebrae classifica e apoia a atividade escolhida.

2. Veja se você tem perfil

Para tornar um negócio realidade, é preciso ter perfil empreendedor, conhecer a realidade do mercado e organizar um plano de negócios. Comece a pesquisar mais sobre isso e procure o Sebrae na sua cidade para obter ajuda.

3. Reúna informações sobre o negócio

Em seguida, você precisa coletar informações para dar subsídio consistente à criação da empresa. Acesse a página Reúna informações e saiba quais dados pesquisar e como fazer o levantamento.

4. Organize-se

A terceira iniciativa é organizar as informações coletadas. O menu Conheça o mercado lhe ajudará a construir o plano de negócios e a definir estratégias para posicionar corretamente a empreitada no mercado.

5. Saiba como obter crédito para o seu negócio

Na página Como obter crédito você encontra dicas de gestão financeira e descobre como conseguir aportes financeiros para as suas necessidades profissionais.

6. Coloque a mão na massa

A última etapa é registrar o negócio e torná-lo realidade. Visite o menu Registre a empresa e saiba o que é necessário para formalizar o empreendimento.

Começar Bem

O Começar Bem é um programa ideal para os potenciais empresários que possuem uma ideia de negócio ou já têm experiência em trabalhar por conta própria.

O foco do projeto é munir os empreendedores de conhecimentos e técnicas essenciais para iniciar e desenvolver uma empresa competitiva, lucrativa e sustentável.

Fonte: https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/sebraeaz/6-passos-para-iniciar-bem-o-seu-novo-negocio,a28b5e24d0905410VgnVCM2000003c74010aRCRD

MTCONT Contabilidade em Cuiabá

Contabilidade em Cuiabá

Saiba quem deve Declarar Imposto de Renda, as Datas e Critérios

Pessoas obrigadas a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do IRPF 2017

De acordo com a Instrução Normativa RFB nº 1.690, de 20 de fevereiro de 2017, está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física referente ao exercício de 2017, a pessoa física residente no Brasil que, no ano-calendário de 2016:

Critérios

Condições

Renda

– recebeu rendimentos tributáveis , sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma anual foi superior a R$ 28.559,70;
– recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00.

Ganho de capital e operações em bolsa de valores

– obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
– optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja destinado à aplicação na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da  Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

Atividade rural

– relativamente à atividade rural:

a) obteve receita bruta anual em valor superior a R$ 142.798,50;

b) pretenda compensar, no ano-calendário de 2016 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2016.

Bens e direitos

– teve a posse ou a propriedade, em 31 de dezembro de 2016, de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00.

Condição de residente no Brasil

– passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição se encontrava em 31 de dezembro de 2016.

 AVISO:

  • O contribuinte que, no ano-calendário de 2016, recebeu rendimentos tributáveis sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma anual foi superior a R$ 10 milhões, rendimentos isentos e não tributáveis, cuja soma foi superior a R$ 10 milhões, rendimentos tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 10 milhões, realizou pagamentos de rendimentos a pessoas jurídicas, quando constituam dedução na declaração, ou a pessoas físicas, quando constituam, ou não, dedução na declaração, cuja soma foi superior a R$ 10 milhões, em cada caso ou no total, deve transmitir a Declaração de Ajuste Anual com a utilização de certificado digital.

Pessoas dispensadas da apresentação da Declaração de Ajuste Anual do IRPF 2017

A pessoa física está dispensada da apresentação da declaração, desde que:

a) não se enquadre em nenhuma das hipóteses de obrigatoriedade da tabela anterior;

b) conste como dependente em declaração apresentada por outra pessoa física, na qual tenham sido informados seus rendimentos, bens e direitos caso os possua;

c) teve a posse ou a propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, quando os bens comuns forem declarados pelo cônjuge, desde que o valor total dos seus bens privativos não exceda R$ 300.000,00, em 31 de dezembro de 2016.

AVISO:

  • Mesmo que não esteja obrigada, qualquer pessoa física pode apresentar a declaração, desde que não tenha constado em outra declaração como dependente. Exemplo: uma pessoa que não é obrigada, mas teve imposto sobre a renda retido em 2016 e tem direito à restituição, precisa apresentar a declaração para recebê-la.

Pessoas que podem ser declaradas como dependentes na Declaração do IRPF 2017

Relação com o titular da declaração

Condições necessárias para que possam ser declarados como dependentes

Cônjuge ou companheiro

– companheiro com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos, ou cônjuge.

Filhos e enteados

– filho ou enteado, de até 21 anos de idade, ou, em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;
– filho ou enteado, de até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau.

Irmãos, netos e bisnetos

– irmão, neto ou bisneto, sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, de até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física e/ou mentalmente para o trabalho;
– irmão, neto ou bisneto, sem arrimo dos pais, de até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos.

Pais, avós e bisavós

– na Declaração de Ajuste Anual: pais, avós e bisavós que, em 2016, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 22.847,76.
– na Declaração de Saída Definitiva do Pais: pais, avós e bisavós que, em 2016, receberam rendimentos, tributáveis ou não, não superiores à soma do limite de isenção mensal de R$ 1.903,98, correspondente aos meses abrangidos pela declaração.

Menor Pobre

– menor pobre, de até 21 anos, que o contribuinte crie e eduque, desde que detenha sua guarda judicial.

Tutelados e curatelados

– pessoa absolutamente incapaz da qual o contribuinte seja tutor ou curador.

AVISOS:

  • Podem ser consideradas dependentes as pessoas que, de acordo com a tabela acima, mantiveram relação de dependência com o declarante, mesmo que por menos de doze meses no ano-calendário de 2016, como nos casos de nascimento e falecimento. O valor da dedução anual é de R$ 2.275,08 por dependente.
  • No caso de dependentes comuns e declarações em separado, cada titular pode deduzir os valores relativos a qualquer dos dependentes comuns, desde que cada dependente conste em apenas uma declaração.
  • É obrigatório informar o número de inscrição no CPF de dependentes relacionados na declaração com 12 (doze) anos ou mais, completados até 31/12/2016.
  • Os rendimentos, bens e direitos dos dependentes devem ser relacionados na declaração em que constem como dependentes.

Declarante em conjunto

Somente é considerado declarante em conjunto, cônjuge, companheiro ou dependente cujos rendimentos sujeitos ao ajuste anual estejam sendo oferecidos à tributação na declaração apresentada pelo contribuinte titular.

A declaração em conjunto supre a obrigatoriedade da apresentação da declaração a que porventura estiver sujeito o cônjuge, o companheiro ou o dependente.

Pessoas consideradas residentes no Brasil para fins tributários

Considera-se residente no Brasil para fins tributários a pessoa física:

– que resida no Brasil em caráter permanente;
– que se ausente para prestar serviços como assalariada a autarquias ou repartições do Governo Brasileiro situadas no exterior;
– que ingresse no Brasil com visto permanente, na data da chegada;
– que ingresse no Brasil com visto temporário:

a) para trabalhar com vínculo empregatício ou atuar como médico bolsista no âmbito do Programa Mais Médicos de que trata a Medida Provisória nº 621, de 8 de julho de 2013, convertida na Lei nº 12.871, de 22 de outubro de 2013, na data da chegada;
b) na data em que complete 184 dias, consecutivos ou não, de permanência no Brasil, dentro de um período de até doze meses;

AVISO:

  • Para fins do disposto no item “b”, caso, dentro de um período de doze meses, a pessoa física não complete 184 dias, consecutivos ou não, de permanência no Brasil, novo período de até doze meses será contado a partir da data do ingresso seguinte àquele em que se iniciou a contagem anterior.

c) na data da obtenção de visto permanente ou de vínculo empregatício, se ocorrida antes de completar 184 dias, consecutivos ou não, de permanência no Brasil, dentro de um período de até doze meses;

– brasileira que adquiriu a condição de não residente no Brasil e retorne ao País com ânimo definitivo, na data da chegada;
– que se ausente do Brasil em caráter temporário, ou se retire em caráter permanente do território nacional sem apresentar a Comunicação de Saída Definitiva do País, durante os primeiros doze meses consecutivos de ausência.

AVISO:

  • A partir do momento em que a pessoa física adquira a condição de residente ou de não residente no País, dar-se-á o retorno à condição anterior somente quando ocorrer qualquer das hipóteses que fundamente a nova condição.

A declaração de contribuinte residente no Brasil que esteja no exterior pode ser transmitida pela internet até as 23h59min59s (horário de Brasília) do dia 28 de abril de 2017.

Fonte: https://idg.receita.fazenda.gov.br

MTCONT Contabilidade em Cuiabá

IRPF 2017: Pode deduzir gasto com bota ortopédica? Tire suas dúvidas

Veja abaixo respostas dos consultores do Sescon para dúvidas sobre a declaração de IR:

1 – Posso incluir gasto com bota ortopédica de dependente menor de idade nas deduções médicas (J.C.S.)?

Sim. Segundo a Instrução Normativa nº 1.500/2014, as despesas com botas ortopédicas podem ser deduzidas, desde que comprovada a prescrição médica, e que a Nota Fiscal tenha sido emitida em nome do beneficiário.

2 – Como declarar o dinheiro recebido da rescisão trabalhista e do saque do FGTS? (A.F.)

Os valores decorrentes de rescisão de contrato de trabalho devem ser declarados com base no informe de rendimentos recebido da empresa. O valor sacado do FGTS é isento de Imposto de Renda e deve ser indicado na ficha de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, na opção 4 – “Indenizações por rescisão de contrato de trabalho, inclusive a título de PDV, e por acidente de trabalho; e FGTS”.

3 – Fui demitido em fevereiro de 2016 e abri uma MEI em junho. Como devo declarar esses dois tipos diferentes de rendimento? (R.G.)

Os rendimentos recebidos como empregado, até o mês de fevereiro de 2016, devem ser declarados com base no informe de rendimentos recebido da empresa, na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”, citando o CNPJ ou CPF da fonte pagadora.

Já para os rendimentos percebidos como MEI, caso o valor recebido não ultrapasse as presunções de lucro previstas na legislação (8% para comércio e indústria, 16% para transporte de passageiros e 32% para serviços em geral, tudo sobre a receita bruta), deve ser declarado na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Caso os valores ultrapassem estas presunções de lucro, e o MEI não mantenha contabilidade para distribuir lucros, deverá declarar o excedente como “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”, incluindo o MEI como fonte pagadora.

4 – Casei em 2016 e gostaria de saber se é melhor fazer a declaração em conjunto com minha mulher ou separadamente?

O contribuinte deve avaliar a declaração conjunta com o cônjuge, levando em consideração que ao declarar dessa forma, as rendas de ambos serão somadas. Assim, caso o cônjuge tenha rendimentos em que o Imposto de Renda supere as eventuais deduções pela declaração conjunta (despesas médicas, dedução de dependente, etc.), é melhor que as declarações sejam feitas separadamente. O melhor caminho é fazer no modelo completo e, ao fim, buscar no próprio programa da Receita Federal a melhor opção, indicada por ele.

5 – Como declarar juros e dividendos recebidos da carteira de ações que possuo no banco? (T.G.)

Os dividendos são Isentos de tributação, e por isso, deverão ser indicados na ficha de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, na opção 9 – “Lucros e dividendos recebidos pelo titular e pelos dependentes. ” Já os juros estão sujeitos à tributação exclusivamente na fonte, devendo ser declarados os valores líquidos recebidos na conta, na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, na opção 10 – “Juros sobre o capital próprio”. O adequado é seguir o informe de rendimentos financeiros fornecido pela instituição financeira, que traz separadamente os valores e o local a informar na declaração.

6 – Tive gastos de R$ 3.000 com a compra de óculos indicados pelo oftalmologista. Posso deduzir como gasto em saúde? (A.C.)

Não, pois não há previsão para dedução de despesas com óculos ou lentes de contato, mesmo que adquiridos sob prescrição médica.

7 – Pintei o apartamento e troquei o piso dele em 2016. Tenho a NF dos materiais utilizados, exceto da mão-de-obra. Posso atualizar o valor do imóvel com base nas melhorias realizadas? (G.C.)

As benfeitorias realizadas no imóvel, que podem ser comprovadas, podem ser utilizadas para atualizar o valor de imóveis na Declaração de Imposto de renda. Podem ser incluídas despesas com materiais e mão de obra. Vale lembrar que a Receita Federal pode solicitar comprovação das despesas declaradas, e, portanto, o contribuinte não deve lançar despesas não comprovadas. A Receita pode pedir esta comprovação até a eventual venda do imóvel.

MEI – tem direito a seguro desemprego?

Essa tem se tornado uma pergunta recorrente em tempos de crise e desemprego, em que o brasileiro se vê obrigado a ser ainda mais criativo e se reinventar para conseguir superar os desafios impostos pela atual conjuntura política e econômica.

Facilidade de formalização, impostos reduzidos, custo de manutenção barato, acesso ao crédito. Muitas são as vantagens que têm feito com que cada vez mais brasileiros formalizem um negócio comoMicroempreendedor Individual (MEI) .

Para se ter uma ideia, desde julho de 2009, quando entrou em vigor a Lei Complementar nº 128/2008, já são mais de 6 milhões deMicroempreendedores Individuais (MEI)  formalizados, conforme estatística do Portal do Empreendedor acessada em agosto/2016.

Porém, nem tudo são flores e não é incomum encontrar situações bem controversas, geralmente por falta de informação ou por consequência de um impulso; e uma dessas controvérsias diz respeito ao recebimento doSeguro Desemprego por parte do MEI.

MEI e Seguro Desemprego

Muitas das pessoas que se cadastram como MEI têm, simultaneamente, um emprego com carteira assinada, o que não é proibido. Outras perdem o seu emprego com carteira assinada e automaticamente se formalizam comoMEI para ter uma renda, agindo por impulso, sem conhecer direito as regras para esse tipo de empresa.

É aí que mora o problema: ao se tornar um Microempreendedor Individual a pessoa perde o direito de receber o seguro-desemprego, mesmo que tenha sido demitido sem justa causa no emprego onde era registrado; e mesmo que ainda não tenha tido nenhuma renda com o MEI.

Isso acontece pelo fato de o MEI ser considerado como Contribuinte Individual e, portanto, ter os dados incluídos no cadastro do Ministério do Trabalho e Emprego, órgão regulador do Seguro Desemprego.

Importante ressaltar que após o MEI perder o Seguro-Desemprego, não adianta simplesmente cancelar o seu registro. Ainda, mesmo que se entre com um recurso administrativo junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, tal recurso será indeferido, negado, e o MEI continuará sem receber o benefício.

Dificilmente as pessoas encontram essa informação disponível na mesma proporção que as relacionadas aos benefícios e vantagens de ser um MEI e, por isso, tenho recebido muitos contatos de pessoas desesperadas por terem perdido o Seguro Desemprego pelo simples fato de serem MEI.

Mas, depois que o MEI perde o direito ao Seguro Desemprego, existe alguma coisa a fazer?

A resposta é: SIM. Porém, terá que recorrer à Justiça, pagar um bom advogado e esperar por muito tempo até que o seu processo seja julgado.

Portanto, antes de se tornar um MEI estude bastante, leia sobre o tema. Não deixe de procurar o auxílio de um Contador.

Fonte: Blog Contabilidade

Comunicado da Receita Federal – “Exclusão de Ofício de Pessoas Jurídicas do Simples Nacional”

A Receita Federal do Brasil solicitou ao Conselho Federal de Contabilidade, por meio de ofício,  ampla divulgação de procedimento nacional a ser iniciado no dia 26 de setembro de 2016. O conteúdo do documento, assinado por Jose Humberto Valentino Vieira, auditor-fiscal da Receita Federal do Brasil, coordenador-geral de Atendimento e Educação Fiscal – Substituto, está publicado a seguir:

“Vimos comunicar-lhes que, no dia 26 de setembro de 2016, terá início em todo o Brasil, o procedimento de exclusão de ofício de pessoas jurídicas optantes do Simples Nacional motivada, exclusivamente, por débitos com exigibilidade não suspensa, previdenciários e não previdenciários com a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), conforme previsto no art. 17, inciso V, art. 29, inciso I, art. 30, caput, inciso lI, art. 31, inciso IV, e art. 33, caput, todos da Lei Complementar n° 123, de 14 de dezembro de 2006.

2. O Ato Declaratório Executivo (ADE) estará disponibilizado para acesso, unicamente, no Domicílio Tributário Eletrônico (DTE-SN), sistema em que todos os optantes pelo Simples Nacional, exceto os MEl, são automaticamente participantes. Os débitos motivadores de exclusão da pessoa jurídica estarão relacionados no anexo único do ADE.

3. O teor do ADE de exclusão no DTE-SN poderá ser acessado pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Atendimento Virtual (e-CAC) no sítio da Receita Federal do Brasil, mediante certificado digital ou código de acesso. Todavia, o código de acesso gerado pelo Portal do Simples Nacional não é válido para acesso ao Atendimento Virtual (e-CAC), e vice-versa.

4. A ciência dada à pessoa jurídica pelo DTE-SN será considerada pessoal para todos os efeitos legais. Para tanto, se a pessoa jurídica efetuar a consulta do ADE de exclusão dentro do prazo de 45 dias contados da data em que este foi disponibilizada no DTE-SN:

a) a ciência se dará no dia em que for efetuada a consulta, se a consulta ocorrer em dia útil;

b) a ciência se dará no primeiro dia útil seguinte ao da consulta, se a consulta ocorrer em dia NÃO útil;

5. Se a pessoa jurídica não efetuar a consulta ao ADE de exclusão dentro do prazo de 45 dias contados da data em que este foi disponibilizada no DTE-SN, a ciência do ADE de exclusão ocorrerá no 45° dia contado da data da disponibilização do ADE de exclusão no DTE-SN (ciência por decurso de prazo).

6. A partir da data de ciência do ADE de exclusão, a pessoa jurídica terá um prazo é de 30 (trinta) dias para a regularização da totalidade dos débitos à vista, parcelados ou compensados. Se a regularização ocorrer dentro desse prazo, a exclusão do Simples Nacional será automaticamente tornada sem efeito. Caso contrário, a pessoa jurídica será excluída do Simples Nacional, com efeitos a partir do dia 01/01 /2017.

7. Cada pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional, exceto o MEl, pode cadastrar no DTE-SN até três números de celulares, até três endereços de e-mail e uma única palavra-chave a fim de permitir que a Administração Tributária possa enviar gratuita e automaticamente SMS (“torpedo”) e/ou e-mail à pessoa jurídica toda vez que um documento (inclusive ADE de exclusão) for disponibilizado no DTE-SN . A palavra-chave cadastrada constará do SMS e do e-mail e tem por objetivo garantir a autenticidade da mensagem recebida. Ao receber o SMS e/ou o e-mail, é prudente conferir se a palavra-chave que consta é igual à palavra-chave que foi cadastrada.

8. Para cadastrar os números dos celulares, os endereços de e-mail e a palavra-chave, deve-se acessar o DTE-SN pelo Portal do Simples Nacional na internet – mediante código de acesso (por enquanto não há possibilidade de acessar mediante certificado digital), clicar sobre “Cadastrar Informações Adicionais” e preencher os campos. O campo “celular” deve ser preenchido da seguinte forma: DDD+número do celular, sem espaço.

9. Cuidados que os Contadores e Técnicos em Contabilidade devem ter:

a) É altamente recomendável que os contadores e técnicos em contabilidade criem o hábito de, periodicamente, acessarem o DTE-SN de todos os seus clientes a fim de verificarem a existência de algum documento (inclusive ADE de exclusão) disponibilizado. O não acesso periódico ao DTE-SN de seus clientes pode acarretar o risco de as pessoas jurídicas serem cientificadas de algum documento (inclusive de ADE de exclusão) por decurso do prazo legal de 45 dias e, por consequência, as pessoas jurídicas serem penalizadas (inclusive excluídas do Simples Nacional).

b) Os contadores e técnicos em contabilidade devem providenciar imediatamente o cadastramento dos números de celulares, dos endereços de e-mail e da palavra-chave de todos os seus clientes, a fim de receberem SMS (“torpedos”) e e-mail informando que algum documento (inclusive ADE de exclusão) foi disponibilizado no DTE-SN.

c) Os contadores e técnicos em contabilidade devem orientar os seus clientes que receberem ADE de exclusão a regularizarem a totalidade dos seus débitos dentro do prazo de 30 (trinta) dias contados da data da ciência do ADE no DTE-SN, sob pena da pessoa jurídica ser excluída do Simples Nacional.

10. Por fim, contamos com a colaboração desse Conselho Federal de Contabilidade, para a ampla divulgação dos procedimentos de exclusão de ofício de pessoas jurídicas do Simples Nacional, de modo que a campanha seja exitosa.”

Fonte: Conselho Federal de Contabilidade

Regra facilita recolhimento do FGTS de trabalhador doméstico

EM 2015 o recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) se tornou obrigatório para trabalhadores domésticos, que prestam serviços de forma contínua e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família no âmbito residencial.

Fonte: MINISTÉRIO DO TRABALHO

Fecomércio-MT elabora modelo de defesa contra cobrança de dívidas retroativas de ICMS (FUNEDS)

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), em reunião realizada no último dia 06 de setembro, na própria entidade, com presidentes de sindicatos patronais, discutiram uma ação do governo que cobra dívidas retroativas de ICMS de empresários do comércio que aderiram a Lei Estadual nº 9.481/2010 e Decreto nº 526/2011, que institui o Fundo de Desenvolvimento Social de Mato Grosso (FUNEDS).

Declarada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), o FUNEDS teve seu efeito excluído, porém, o governo do Estado, no início do mês, vem fazendo cobranças retroativas de dívidas de empresários, que obtiveram na Lei, novo fôlego para o seu empreendimento. Segundo o advogado tributarista da Fecomércio-MT, Homero Marchezan, a inconstitucionalidade da Lei não obriga, de forma direta e objetiva, o Estado a cobrar dívidas do período que a Lei estava vigendo, “por isso, vamos partir para ação judicial pedindo a anulação dos efeitos da retroatividade, pois a cobrança tem uma conotação política e econômica, mas não jurídica”, concluiu o advogado.

Para não prejudicar financeiramente mais ainda os empresários, a entidade elaborou um modelo de Impugnação Administrativa dos Lançamentos Tributários, que serve de defesa para todos os contribuintes do comércio filiados aos sindicatos que a Fecomércio de Mato Grosso representa.

Tal atitude se faz necessária, segundo o presidente da Fecomércio-MT, Hermes Martins, para servir de suporte aos sindicatos filiados, para que eles possam subsidiar seus representados. “A atítude da Federação em distribuir aos empresários o modelo de defesa para que eles possam entrar, individualmente, com uma ação judicial tem fundamento”, explicou Hermes, que na sequência, mandará um requerimento da entidade nos mesmos termos a ser protocolizado na Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) e posteriormente também entrar com ação judicial.

Fonte: FECOMERCIO-MT

Segundo Ministerio modernização da CLT será restrita a jornada de trabalho e salário

 

Ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou que modernização da CLT será restrita a alguns itens específicos. Ele esteve em São Paulo nesta quinta-feira (21/07/2016) e se reuniu com trabalhadores do setor alimentício e de transportes.
O ministro destacou que as mudanças que vão fazer prevalecer os acordos coletivos valerão apenas para questões como jornada de trabalho e salário.

O ministro do Trabalho afirmou que a modernização da lei vai dar segurança jurídica para que as convenções não sejam contestadas: “em determinadas situações, quando há um acordado entre o sindicato da categoria e a parte patronal, o juiz, pelo seu poder discricionário, torna sem efeito este acordo e isso traz insegurança jurídica entre capital e trabalho”.

Ele garantiu ainda que os trabalhadores farão parte da criação da proposta de reforma que deve estar pronta até o fim do ano.

O presidente da UGT, Ricardo Patah, mostrou preocupação com a discussão da modernização das leis trabalhistas, mesmo em pontos específicos: “a questão da jornada de trabalho nos preocupa quando temos a CNI já falando em trabalhar 80h por semana. Como podemos permitir negociação quanto a carga horária se percebemos que os empresários querem nos transformar em máquinas?”.

Ricardo Patah defendeu que o projeto de terceirização parado no Senado precisa ser revisto. Na próxima semana, centrais sindicais se reunirão com o governo para tratar do tema, além da reforma da CLT e do programa de proteção ao emprego.

Fonte: Jornal Jurid

Qual melhor regime tributário a adotar para abertura de uma empresa

Uma das principais dúvidas do empreendedor na hora de constituir sua empresa é sobre qual seria o melhor regime tributário a adotar. A grande questão é como maximizar a opção escolhida. O profissional de contabilidade tem papel fundamental em orientar o empresário neste sentido.

É claro que cada empresa tem suas particularidades e, cada caso, é um caso. Não há nada que possa substituir a análise criteriosa e individual de um profissional da área. Mas, em termos gerais, é possível apontar alguns caminhos. Ao menos dar uma visão ampla sobre como se pode proceder.

Costumo dizer que o ponto de partida para essa análise é, sem dúvida, a receita anual da empresa. Se a companhia possuir faturamento bruto inferior a R$ 3,6 milhões, o empresário pode optar pelo Simples Nacional, que pode ser considerado vantajoso em diversos aspectos. O ramo de atuação também conta, pois o sistema não está disponível para todas as áreas, por isso é preciso checar o CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica) da atividade principal de sua firma. Com a nova Lei do Simples que está sendo votada, algumas mudanças estão para acontecer, como, por exemplo, a criação de uma faixa de transição para empresas com até R$ 4,8 milhões de faturamento anual para aquelas que estourarem o teto.

De forma geral, o Simples Nacional oferece possibilidades de menor tributação, além de maior facilidade no atendimento das legislações tributária, previdenciária e trabalhista. Também é possível simplificar o pagamento de diversos tributos mediante uma única guia e, ainda, tributar as receitas à medida do recebimento das vendas. Existem diversas outras vantagens, bem como alguns pontos não tão positivos assim – mas esse tema merece texto especialmente para ele. Só cuidado para não ligar no automático, pois, em alguns casos, mesmo tendo os pré-requisitos, a escolha do Simples não é a melhor opção.

Além do Simples, o empreendedor ainda conta com outras formas de tributação: o lucro real e o lucro presumido. No caso deste último, a apuração do IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) têm por base de cálculo uma margem de lucro pré-fixada pela legislação, de acordo com a atividade da empresa. Nesse caso, também fica dispensado o cálculo do lucro efetivamente auferido em sua atividade, exceto o derivado de situações específicas, como ganho de capital e lucros com transações financeiras, entre outras.

Já quando falamos sobre o regime de lucro real, a empresa deve calcular o IRPJ e a CSLL sobre o lucro efetivamente auferido (com os ajustes previstos na legislação). Nesse caso, como não há uma margem de lucro presumida, se a empresa apurar prejuízos ao longo do ano, ficará dispensada do recolhimento desses tributos. Nesta tributação, o empresário ainda tem a obrigação de apresentar à Receita Federal diversas declarações e controles que não são exigidos para companhias que optam pelo lucro presumido.

Mas, e o MEI (Microempreendedor Individual)? Esse sistema tem isenção nos tributos federais, além de pagar muito pouco pelos impostos estaduais e municipais. Para se ter uma ideia, o MEI não paga IRPJ, CSLL, IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) patronal, PIS e Cofins, enquanto paga o valor simbólico de R$ 5 como ISS (Imposto Sobre Serviços), além de R$ 1 como ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias). Além disso, há o percentual de 11% sobre o salário mínimo para custear o INSS. Mas, para se encaixar nesse tipo de tributação, seu faturamento não deve ultrapassar os R$ 5.000 mensais, totalizando R$ 60 mil anuais. Fique atento, pois mudanças estão por vir, como o aumento do teto para R$ 81 mil.

Sobre cada um desses regimes tributários há uma série imensa de especificidades e detalhes. Lembre-se, se você está pensando em abrir uma empresa, ou mesmo se já tem uma e acha que pode maximizar resultados, consulte profissional especializado. Com certeza ele poderá lhe esclarecer sobre a melhor maneira de lidar com o mercado, aumentar seus lucros e planejar seu negócio. Avante!

Matéria: Diário do Grande ABC

eSocial se torna inviável em setembro, com isso novos prazos são discutidos

O Grupo Confederativo do eSocial (GTC) se reuniu, nesta terça-feira (19), na sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), para alinhar os próximos passos para entrada em vigor do módulo. A data prevista é setembro de 2016, mas o grupo concorda que é inviável. Além da revogação do prazo, o grupo também acertou que concentrará esforços na construção do leiaute definitivo para o eSocial.

O eSocial é um módulo do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) que concentrará todas as obrigações trabalhistas e previdenciárias num único espaço.

O GTC tem por objetivo equacionar possíveis divergências entre as necessidades do projeto e das empresas antes que o módulo entre em vigor. O grupo é formado por representantes do Ministério do Trabalho, da Secretaria da Previdência do Ministério da Fazenda, da Caixa Econômica Federal, do CFC, do Sistema S, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Confederação Nacional do Comércio (CNC), da Fenacon, de cooperativas, do Sebrae e de empresas de softwares.

Em agosto do ano passado, o GTC foi dividido em subgrupos com o intuito de acelerar as discussões para a implantação do módulo dentro do prazo previsto, mas, por diversas razões, ainda não há leiaute definitivo para o projeto. “Estamos vendo os esforços dos atores envolvidos, tanto na realização dos testes quanto nas discussões de alinhamento, com o objetivo de alcançar as melhorias esperadas para as versões que foram apresentadas até agora. Há necessidade de ajustes e definição do leiaute para novos testes e o Grupo está empenhado em produzir uma versão final”, afirma a representante do CFC no GTC, Sandra Batista.

No encontro desta semana, o coordenador do grupo, José Maia, informou que as mudanças pelas quais passou o governo não alteraram o compromisso com o projeto. “Apesar das mudanças, as equipes que tratam do eSocial foram mantidas e o Governo está comprometido com o módulo”. Ele informou que será publicada uma resolução revogando o prazo atual. “Já havíamos pactuado com esse Grupo que apenas revogaríamos o prazo quando tivéssemos uma proposta de cronograma para apresentar. Não foi possível construir esse cronograma, mas estamos trabalhando nisso. A revogação não é, de forma alguma, um sinal de que o projeto não esteja sendo priorizado pelo Governo”, ressaltou Maia.

Os participantes reforçaram a necessidade de haver um leiaute definitivo para uma repactuação de prazo. Por isso, haverá uma oficina nos dias 9, 10 e 11 de agosto, em São Paulo, para acertar os conceitos que ainda precisam ser fechados para elaboração da versão final do projeto. Na reunião serão feitos os últimos ajustes no leiaute.

Fonte: CFC

Pessoas jurídicas inativas deverão apresentar DCTF até 21/07/2016

A Instrução Normativa RFB n° 1.646/2016, publicada em maio desse ano, determina que além das pessoas jurídicas que não possuem débitos a declarar, agora, as pessoas jurídicas inativas também deverão apresentar Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais – DCTF relativa a janeiro de cada ano-calendário.

Assim, as empresas que estiveram inativas deverão apresentar a DCTF referente ao mês de janeiro.

O Capítulo das Disposições Transitórias da norma acima citada prevê algumas regras excepcionais para este ano-calendário. Segundo o art. 10, III da Instrução Normativa, a DCTF deverá ser apresentada até o 15° dia útil do mês de julho deste ano, ou seja, 21/07/2016.

Trabalhadora é condenada a indenizar empresa por cobrar verbas já recebidas

Uma trabalhadora ingressou com reclamação trabalhista pleiteando o recebimento das verbas rescisórias e dos depósitos de FGTS, segundo ela, não pagos. Pediu, ainda, indenização por danos morais, em virtude dos transtornos do alegado não pagamento.

Contudo, a reclamada comprovou o pagamento do FGTS e de todas as verbas rescisórias, demonstrando, por conseguinte, que a reclamante mentiu perante a Justiça do Trabalho para conseguir objetivo ilegal.

Ressalta-se que, após a apresentação dos documentos pela reclamada, a reclamante limitou-se a postular a desistência dos pedidos.

Diante da situação, a juíza da 5ª Vara do Trabalho de Cuiabá, reconheceu a clara litigância de má-fé da parte autora, condenando-a ao pagamento de indenização em favor da empresa, no equivalente a 1% do valor da causa, nos termos do art. 81 do Novo Código de Processo Civil.

Processo relacionado: 0000115-83.2016.5.23.0005.

 

Fonte: http://www.sitecontabil.com.br

Quantas faltas caracterizam abandono de emprego?

O abandono de emprego é motivo para dispensa por justa causa do funcionário. Ele se caracteriza quando o empregado não voltar mais ao trabalho.

Dúvida: Estou sem ir trabalhar há quase um mês, isso já pode ser considerado abandono de trabalho?

O abandono de emprego é motivo para dispensa por justa causa do funcionário. Ele se caracteriza quando o empregado não voltar mais ao trabalho. A legislação não estabelece uma quantidade mínima de dias para que seja configurado o abandono, mas a Justiça do Trabalho entende que quando o funcionário se ausenta por mais de 30 dias presume-se que houve o abandono.

Esse período de mais de trinta dias deve ser contínuo. Se o funcionário, por exemplo, se ausentar por 20 dias, comparecer alguns dias na empresa e depois se afastar por mais 20 dias, não fica caracterizado o abandono. Porém, se as faltas forem injustificadas caberá uma punição contra o empregado.

Vale ressaltar que o prazo superior a 30 dias se trata de uma presunção de abandono de emprego. Assim, mesmo havendo uma ausência superior a 30 dias, caso o empregado demonstre que não era sua intenção abandonar o emprego e que tem uma justificativa razoável para não ter comparecido nem comunicado sua ausência, não há abandono.

(*) Resposta de Marcelo Mascaro Nascimento.

Fonte: Exame.com

 

 

MTCONT Serviços Contábeis; Contabilidade em Cuiabá Mato Grosso

Decreto do ICMS MT entra em vigor mesmo sem reforma, anuncia secretário

Seneri Paludo assume Fazenda e revela foco em reforma do sistema tributário em Mato Grosso

O novo secretário de Estado de Fazenda (Sefaz), Seneri Paludo, afirmou que o decreto 380, que muda a forma de pagamento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em Mato Grosso, irá vigorar em 2017, mesmo que a reforma do sistema tributário não esteja pronta.

O decreto deveria entrar em vigor em 1º de julho deste ano, mas foi adiado após reclamação de empresários de todo o Estado.

Mesmo entrando em vigor no dia 1º de janeiro, conforme Paludo, o decreto é um dos pontos essenciais da reforma.

“O decreto 380 é um dos pontos da reforma tributária. Por isso ele precisa ser tratado dentro da reforma. Atualmente ele está suspenso, mas começa a funcionar no ano que vem, dentro do bojo da reforma tributária. Independente da reforma, ele entrará em vigor, mas não pode ser tratado isoladamente”, declarou Paludo, na segunda-feira (27).

Atualmente, a tributação do ICMS ainda é feita pela entrada – pelo valor de compra da mercadoria somado a uma estimativa de lucro – com base no Código Nacional de Atividade Econômica (CNAE). Com a proposta, a tributação será pelo valor de venda ao consumidor, que é a base de cálculo para cobrança do imposto.

O imposto modal será de 17%. Outros produtos podem chegar a 35%.

Conforme Paludo, apenas Mato Grosso tem essa forma de cálculo – e o objetivo da mudança é adequar o Estado ao Código Tributário Brasileiro.

“Hoje, o sistema é cobrado antecipadamente do contribuinte e também por uma carga média. Este é um modelo único no país”, declarou.

“A proposta, que já vinha sendo trabalhada, é que se volte ao sistema normal. De débito e crédito. Para isso acontecer e chegar à ponta, é necessário ‘N’ ajustes e análises. Para ver se há setores que fazem sentido ou não”, completou.

Hoje, o cálculo do ICMS é feito sobre o valor do produto adquirido pelo comerciante, mais uma estimativa de lucro baseada no Código Nacional de Atividade Econômica (CNAE).

Com a nova proposta, a tributação será pelo valor de venda ao consumidor. Em Mato Grosso, a alíquota do ICMS vai de 17% a 35%. Segundo os empresários, a medida traria prejuízos e geraria desemprego.

Reforma tributária

De acordo com Paludo, que vem atuando na transição para a Sefaz desde a última semana, a reforma tributária é uma das principais metas para este segundo semestre.

Segundo o secretário, até o final deste ano, o Governo do Estado deve enviar à Assembleia Legislativa o projeto da reforma do sistema tributário. Os deputados devem aprovar ou não as mudanças propostas pelo Executivo.

Paludo garante que, neste momento, em que os empresários passam por dificuldades diante o quadro econômico do país, o Governo não irá tomar medidas sem antes conversar com a categoria.

“Os empresários estão ‘sensíveis’ neste momento de crise. Por isso, é preciso deixar claro que em alguns pontos não teremos consenso, mas que não daremos ‘bolas nas costas’. Vamos avisar o que será feito, para que todo mundo esteja preparado para aquilo que venha a acontecer”, declarou.

“Não faremos decreto do dia para noite e começar a colocar em funcionamento em uma semana. Naqueles pontos em que, efetivamente, não tenha consenso, é uma decisão que iremos tomar. O Estado exige alguns ajustes que são dolorosos para todos”, afirmou.

Equilíbrio econômico

Ainda de acordo com o secretário da Sefaz, nesta semana o processo de transição na Pasta se encerra e o ex-secretário Paulo Brustolin já não atua mais.

Paludo ressalta que entre os focos frente a Secretaria, além de finalizar a reforma tributária, é a manter o equilíbrio econômico do Estado, diante das contas que estão “extremamente apertadas”.

O secretário afirma que o objetivo é continuar os esforços para deixas as contas do Estado ainda “no azul”.

“Chegando ao fim do mês, até para pagarmos os salários é preciso contar os centavos. Temos uma preocupação, pois agora começa a aumentar a pressão para cima do Tesouro”, disse.

“Por exemplo, nesses primeiros meses nós estávamos recebendo o FEX [Auxílio Financeiro para Fomento às Exportações] de 2015. Não há nada do FEX referente a 2016. Isso vai fazer muita falta. O Estado tem dívidas não só nacionais, com o Governo Federal, mas internacionais, com o Bank Of America”, finalizou.

Fonte: http://www.midianews.com.br/politica/decreto-do-icms-entra-em-vigor-mesmo-sem-reforma-anuncia-secretario/267377

Governo prorroga prazo para sacar abono salarial do PIS/Pasep

Trabalhadores que não conseguiram sacar valores poderão receber até 31 de agosto de 2016.

Os trabalhadores que não conseguiram sacar o abono salarial do ano-base 2014 poderão receber até 31 de agosto. Em uma decisão inédita, o governo federal prorrogou o prazo – que havia terminado no dia 30 – devido ao grande número de pessoas que deixou de receber o benefício, cerca de 1,2 milhão de beneficiários.

Quem está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos; tenha trabalhado pelo menos 30 dias em 2014 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos; e tenha seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) têm direto a receber o abono, no valor de um salário mínimo (R$ 880).

Números

Desde o início do calendário do ano-base 2014, foram pagos mais de R$ 18 bilhões a 22,27 milhões de trabalhadores, o que corresponde a 94,45% do total de pessoas com direito ao recurso. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, espera que, com essa nova medida do governo, pelo menos mais 300 mil trabalhadores consigam realizar o saque, totalizando um montante de R$264 milhões.

“É uma medida de justiça do governo para aquele trabalhador de baixa renda, para que um número maior de trabalhadores, que realmente precisam, possam receber esse benefício. Esse dinheiro é do trabalhador”, afirma Ronaldo.

Ano-base 2015

Na semana passada, o governo federal divulgou o calendário de pagamento do abono salarial do ano-base 2015. A estimativa é que sejam destinados R$ 14,8 bilhões. Quem nasceu de julho a dezembro, recebe o benefício neste ano (2016) e os nascidos entre janeiro a junho, no primeiro trimestre de 2017. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 30 de junho de 2017, prazo final para o recebimento.

Como sacar

– PIS: o trabalhador que possuir Cartão Cidadão e senha cadastrada pode sacar o PIS nos terminais de autoatendimento da Caixa, ou em uma Casa Lotérica. Se não tiver o Cartão Cidadão, pode receber o abono em qualquer agência da Caixa mediante apresentação de documento de identificação. Informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-726 02 07, da Caixa.

– Pasep: quem recebe o Pasep precisa verificar se houve depósito na conta. Caso isso não tenha ocorrido, deve procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil

– Mais informações: a Central de Atendimento Alô Trabalho, do Ministério do Trabalho, que atende pelo número 158, também tem informações sobre o PIS/Pasep.

Fonte: A Cidade On

empreendimento

Expansão comercial, a espinha dorsal do empreendedorismo

Partindo do princípio de que a expansão comercial é a espinha dorsal do sucesso de qualquer negócio ou empreendimento, o seu gerenciamento se coloca como ponto fundamental. E nele nada pode ser efetivo sem a existência de dois sólidos pilares: O estabelecimento de metas e a formação de uma força comercial respeitável.

Pode parecer óbvio. Mas sugiro uma evolução da teoria para além do papel antes de qualquer julgamento.

Não é uma tarefa simples. Demandará conhecimento profundo do potencial de mercado, entendimento privilegiado do comportamento da concorrência, familiaridade com os produtos e serviços que estão na disputa.

Além disso, exigirá uma boa coordenação na hora de montar a equipe que vai para o front, envolvendo bom gerenciamento, engajamento real e bons critérios na hora de selecionar os “soldados”.

Comecemos pelas metas.

Estabelecimento de Metas

Este exercício permitirá que o “exército” de vendas possa vislumbrar o horizonte, sacramentando o seu valor, garantindo o seu justo reconhecimento, ou tornando pública a sua incompetência.

Em razão disto, ao estabelecê-las, precisamos atuar com o máximo de precisão, maturidade empresarial e senso de realidade.

Neste contexto, algumas dicas podem contribuir:

1. Antes de pensar em metas é necessário contar com um planejamento de negócios que leve em conta, de forma detalhada, o esforço comercial e seus resultados como suporte para o atendimento do panorama econômico-financeiro;

2. Ao elaborar o planejamento de negócios, considere a estrutura de despesas diretamente acopladas às vendas, assim como os custos resultantes do atendimento da demanda gerada e nunca projete por período inferior a cinco anos;

3. Uma vez com o planejamento de negócios concluído e validado (ou aceito) pela sua equipe, passe a estabelecer o parâmetro “mãe” do processo comercial: o estabelecimento de metas;

4. Antes de estabelecê-las faça um dimensionamento completo da equipe vendedora, considerando seu efetivo, sua capacitação comercial, e o nível de profundidade no conhecimento sobre o produto ou serviço a ser vendido. Em seguida cruze estas informações com os levantamentos de mercado realizados para a concepção do planejamento de negócios citado no item 1;

5. Com estes cenários estabeleça a margem de segurança em termos de resultado comercial esperado, calibrando de forma a evitar exageros tanto para o otimismo como para o pessimismo em termos do que foi originalmente projetado;

6. Em seguida estabeleça metas atingíveis. Podendo ser atribuídas de forma particularizada para a equipe de vendas ou colocadas de forma genérica, dependendo da padronização e da especialização da sua área comercial;

7. Diante do atingimento ou não atingimento das metas estabeleça uma política que deixe claro o que é reconhecido como sucesso absoluto, um resultado normal e regular, ou um fracasso inaceitável. Esse procedimento ajuda a domar o clima de ansiedade, uma vez que é conhecida a forma de avaliação e o que se espera como desempenho;

8. Comunique tudo claramente, por meios formais, e quando considerar apropriado promova eventos para apoiar a comunicação e fortalecer o senso de equipe e coesão;

9. Em meio a tudo isso, interaja com seus vendedores para administrar eventuais conflitos, situações não planejadas, e toda espécie de contratempos absolutamente naturais em uma jornada negocial. Tudo isso munido de paciência, bom senso e espírito de justiça.

Depois disto é preciso formar a Força Comercial

Aqui a verdade é crua e sem piedade para uma força comercial que não saiba performar.

Com esta conclusão, vem a consequência devastadora. Todo o resultado originado na capacidade de empreender, gerir e gerar produtos e serviços competitivos, provavelmente serão diluídos diante de um faturamento frustrante.

Isso acontece por um único e óbvio motivo: nada disso se sustenta sem investimentos.

E estes investimentos se fundamentam ou em sobras de caixa originadas em robusto faturamento, ou na atratividade de sócios de risco. Eles, por sua vez, apenas se interessarão no negócio caso se comprove sua viabilidade econômica, e esta como sabemos não existe sem o êxito comercial.

Vejamos:

1. Não divorcie a sua área comercial da produção ou da área técnica. A troca de informações garante tanto o amadurecimentos de todos os profissionais envolvidos, quanto um discurso de vendas convincente e assertivo;

2. Forme vendedores, bons negociantes e consultores de negócios (chame-os como desejar), masevite formar atores da vida corporativa com frases feitas e decoradas do senso comum, causando desconfiança e sono durante as reuniões;

3. Implemente um modelo meritocrático que puna os incompetentes e acomodados. Mantenha os que lutaram e se esforçaram sem muitos resultados e prestigie os poucos que efetivamente atingiram os resultados esperados.

4. Trabalhe com um programa realista de metas. Essa história de exigir 100 quando na verdade se deseja 70 não funciona, liquida com o crédito da direção da empresa e torna o sistema de metas em uma piada que ninguém consegue levar a sério.

5. Crie programas de incentivos. Eles são muito úteis, e como prêmio distribua dinheiro, por exemplo.

6. Não permita que sua equipe necessite de programas motivacionais para se manter na ofensiva comercial. No lugar disso invista no amadurecimento profissional que é o que permite que o indivíduo se auto motive, mas por outro lado não trabalhe no sentido oposto tornando a vida dele um inferno.

7. Desburocratize internamente o processo comercial, já chega a burocracia regulatória na qual as empresas vivem. Você não precisa importá-la.

8. Cobre a cultura da boa organização e da disciplina com informações. Estes são diferenciais raros de se encontrar e garantem o sucesso em casos de vendas complexas.

Para encerrar, fica a certeza de que sem a inteligência de mercado que permite gerar metas críveis e entusiasmantes, e sem o empenho de um exército comercial competente e corajoso, muito pouco sairá do papel ou se realizará. Independentemente do empreendedorismo que brota das veias ou da inventividade que possibilita a diferenciação de mercado ou a ocupação de um espaço que ninguém antes conseguiu ocupar.

Fonte: http://saiadolugar.com.br/

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franquia

Como abrir uma franquia: as 10 dicas essenciais

Em busca de mais liberdade e autonomia, cada vez mais pessoas estão começando seu próprio negócio no Brasil. Isso se nota ainda mais em épocas de crise, quando a carteira assinada já não é nenhum sinônimo de segurança.

Dentro desse contexto, temos percebido algo interessante: entre as pessoas que resolvem empreender, muitas acabam se perguntando como abrir uma franquia de sucesso, e decidem buscar mais informações sobre esse tipo de oportunidade.

Pensando nisso, preparamos este post com as dicas essenciais para você que está considerando esse modelo de empreendedorismo.

Naturalmente, existem vários cuidados a tomar e pontos a serem estudados. Nosso objetivo aqui é justamente simplificar o caminho para você, facilitando as suas decisões daqui para frente.

Chegou a hora de aprender um pouco mais! Vamos falar de franquia?

1. Antes de olhar para o mercado, olhe para si mesmo

Para quem não sabe o que quer, tudo é oportunidade. Já para quem pratica o autoconhecimento, é mais fácil filtrar muito as informações e tomar decisões com muito mais clareza.

Ao começar a pesquisar opções de franquia, você se depara com dezenas e até centenas de ideias de negócio. Mas antes de olhar para o mercado e entender o que ele precisa, é necessário saber o que te faz feliz.

Como você imagina o seu futuro? Por que está buscando um negócio próprio? Que benefícios você quer ter ao empreender? Quais são suas paixões?

Se você entrar nessa só por dinheiro, é bem provável que acabe se estressando bastante.

Afinal, todo empreendimento exige trabalho duro e uma série de sacrifícios. Você precisa ter um porquê forte para fazer com que esse processo valha a pena.

2. Agora sim: estude o mercado

Depois de entender seus objetivos pessoais e profissionais com a franquia, aí sim estará preparado para analisar o mercado e identificar brechas.

Que tipos de serviços ou produtos estão faltando na sua cidade ou região? O que as pessoas têm dito? Que problemas elas têm que poderiam ser solucionados? Quanto as pessoas estão dispostas a pagar por serviços e produtos? Essas respostas não vêm da noite para o dia, por isso, é fundamental que você mantenha o seu radar ligado.

Passe a ver o mundo com olhos de empreendedor. Entenda as necessidades de quem está ao seu redor, identifique lacunas e possibilidades de melhoria em diferentes áreas e, principalmente, fique atento à relação entre oferta e demanda.

Se você investir em um negócio com alta demanda que tenha poucas soluções sendo oferecidas na região, as chances de sucesso serão muito maiores.

3. Defina os seus parâmetros pessoais

Não adianta nada ficar analisando uma pilha de propostas que não se encaixam com o seu orçamento ou objetivos. Para ter mais clareza e filtrar todas as opções que o mercado apresenta, procure fazer algumas perguntas a si mesmo e definir alguns parâmetros.

Quanto dinheiro você tem para investir na abertura da franquia? Em quanto tempo pretende recuperar o seu investimento? Você aceita negócios de alto risco ou prefere franquias de risco baixo?

Tudo isso é importante, já que pode demorar meses (ou anos) até que o seu negócio comece a dar lucro. No início, é preciso plantar para colher os frutos mais adiante.

Então, definitivamente, você precisa ter um capital extra caso as coisas não andem como o esperado. Essa fase inicial costuma ser bastante desafiadora e pode se tornar estressante caso você não faça um planejamento financeiro adequado.

4. Estude as possibilidades existentes

Reparou que só no passo 4 você vai realmente estudar as diferentes alternativas e modelos de franquia? Muita gente pula as etapas anteriores e acaba trocando os pés pelas mãos.

O resultado é que a pessoa pode abrir um negócio com o qual não se identifica ou mesmo sem ter condições financeiras de mantê-lo até começar a lucrar.

Bom, essa é a hora de visitar feiras, sites de empresas, conversar com outras pessoas, pedir opiniões, pesquisar na internet e tudo mais que você puder. Tomar uma decisão como essa nunca é fácil, portanto, evite qualquer afobação.

O importante é que você levante todas as informações necessárias e esgote as possibilidades de pesquisa. Caso contrário, mais para frente ficará com uma pulga atrás da orelha, se perguntando “o que aconteceria se eu tivesse investido naquele outro modelo?”.

5. Mergulhe a fundo no negócio que você vai abrir

Quão bem você conhece a área em que vai atuar? Quem é o seu público-alvo? Quais são os sonhos e frustrações desse público? O que ele gosta e valoriza? O serviço ou produto da marca vende bem? Que tipo de ponto de venda os franqueados de sucesso costumam ter? O que há de comum entre eles?

É fundamental que você saiba tudo sobre o ramo da franquia que vai abrir. Se for preciso, arrume um emprego na área antes de entrar de cabeça. Aprenda, faça perguntas, estude.

Esse tipo de atitude deve ser tomado no início do processo para que você não se arrependa mais tarde.

6. Construa relacionamentos com outros franqueados

Os franqueados da marca são pessoas como você, com os mesmos desafios e objetivos. Converse com eles e aproveite para visitar pessoalmente um bom número de franquias. Se possível, fale também com ex-franqueados e entenda quais as dificuldades e sucessos que eles tiveram.

Essa troca de experiências é ótima, pois permite que você entenda o dia a dia do negócio e descubra quais são as fraquezas da área em que vai atuar.

Além disso, você vai ficar sabendo se na prática da operação as coisas realmente ocorrem como o prometido ou se existem pontos que não estavam claros até então.

7. Preencha o cadastro, estude a Circular de Oferta e analise o contrato

Na maior parte dos casos, o futuro franqueado é convidado a preencher um cadastro pelo site da marca. Esse é o instrumento usado para que a empresa faça uma análise do seu perfil e veja se você se encaixa.

Essa etapa é ótima para os dois lados, já que serve para esclarecer vários pontos sobre os quais ainda podem haver dúvidas.

Uma vez que você tem seu cadastro aprovado, a empresa deve mandar a Circular de Oferta de Franquia (COF). Esse documento está descrito na Lei nº 8.955 e deve ser entregue a você pelo menos 10 dias antes de qualquer pagamento ou assinatura.

Essa circular terá todas as informações sobre a empresa, como situação financeira, situação legal da marca, investimentos que o franqueado precisará fazer, pagamentos a serem efetuados, entre outros.

Normalmente, junto com a COF você também receberá uma cópia do contrato. Essa é uma etapa que não pode ser negligenciada, portanto, contrate um advogado de confiança se achar necessário.

Estude detalhadamente cada cláusula, pois assim você estará protegido e evitará surpresas desagradáveis no futuro.

Em alguns casos, você pode negociar algum ponto específico, como a multa por invasão de território ou até mesmo um desconto no investimento inicial ou royalties, caso seja um dos primeiros franqueados a aderir à rede.

No momento em que o contrato ou pré-contrato é assinado, também ocorre o pagamento da taxa de franquia.

8. Escolha o ponto de venda

Algumas franqueadoras ajudam na escolha do ponto, enquanto outras somente aprovam ou reprovam o local. Nessa etapa é importante encontrar um imóvel com bom custo-benefício, em uma área que receba um bom número de pessoas.

Mas não é só isso: você também precisa conferir se o ponto de venda está em uma área que permite que a atividade pretendida seja exercida (não pode ser uma zona exclusivamente residencial, por exemplo).

Assim você conseguirá o alvará de funcionamento para abrir a loja. Com tudo ok, é hora de providenciar a locação e ir ao cartório para abrir sua empresa propriamente dita.

9. Aproveite as facilidades do modelo de negócio

É normal que, pelo fato de estar abrindo um negócio próprio, você queira fazer as coisas do seu jeito. Só não se esqueça de que todo franqueado precisa seguir certas exigências e padrões da franquia.

Veja isso como algo bom: você não precisa se preocupar com aspectos como identidade visual, decoração e até mesmo tipos de produtos ou serviços.

Aproveite o fato de ter em mãos um modelo de negócio com sucesso comprovado e foque na parte operacional, buscando atender aos clientes da melhor forma possível.

10. Seja paciente

Como você já sabe, o retorno sobre o investimento não acontece num passe de mágica. É preciso ser paciente e seguir trabalhando com consistência.

Se as coisas demorarem para acontecer, não deixe que isso afete o trabalho do dia a dia. Uma vez que os seus clientes estejam satisfeitos, é uma questão de tempo até que você se estabeleça de vez no mercado.

E então, conseguimos te ajudar com esse conteúdo? Com certeza agora você já tem muito mais conhecimento sobre como abrir uma franquia.

Inclusive, já pode estudar as possibilidades com muito mais propriedade, avaliando os pontos positivos e negativos de cada uma delas.

Os desafios são grandes, como em qualquer empreendimento, mas o importante é que sempre haverá espaço no mercado para quem está disposto a arregaçar as mangas, batalhar e seguir aprendendo!

Fonte: http://saiadolugar.com.br/

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marketing

Entenda quais são os principais tipos de marketing, suas características e os benefícios de cada um

Marketing é um termo usado para definir muitas estratégias.

Como conceito, marketing se refere a estudos e estratégias criadas para entender, se relacionar e (tentar) ganhar um determinado mercado.

Basicamente, todo esforço ou ação que seja desenvolvida com o objetivo de entender um certo mercado e como melhor atendê-lo vale como definição para a palavra.

Por isso, existem vários tipos e estratégias de marketing por aí, e entender do que cada um se trata é essencial para escolher o que vai ser mais adequado para você.

Nesse artigo, você conhecerá as principais e mais relevantes vertentes de marketing da atualidade, e conseguirá identificar com maior facilidade um que seja compatível com o que você procura.

Os tipos de marketing

Vamos tratar dos tipos mais conhecidos e das estratégias de marketing mais utilizadas.

Vamos lá!

Direto vs. Indireto

Antes de apresentarmos os principais tipos de marketing, vale diferenciar as duas maneiras utilizadas pela área para abordar o público: direta e indiretamente.

A primeira, como sugere o nome, reúne todo tipo de ação que apresenta diretamente ao consumidor o que a empresa tem a oferecer.

Existem várias ferramentas para isso: eventos, promoções, distribuição de flyers, e-mails, telefonemas. Enfim, tudo que funcione para gerar vendas diretas e, portanto, lucro imediato para a empresa.

Em contrapartida, aproximar-se indiretamente de seu consumidor consiste em gerar uma exposição de marca não associada (pelo menos diretamente) a um objetivo direto de venda.

Essa abordagem está mais ligada a gerar percepção de marca, a se fazer conhecida e respeitada pelo público e o mercado.

Aqui entram investimentos em merchandising, anúncios, conteúdos institucionais e, como veremos mais à frente, práticas inbound.

Cada abordagem tem suas vantagens e devem estar alinhadas aos objetivos do negócio.

Por exemplo: se você precisa vender rapidamente o estoque de um determinado produto, não vai adiantar muito investir em uma abordagem indireta.

Da mesma forma, se o objetivo é fazer com que sua marca se torne Top of Mind no seu segmento, distribuir flyers com promoções nas ruas não vai ser sua melhor aposta.

Marketing Digital: inúmeras possibilidades na web

Queridinho de todo mundo nos dias atuais, o Marketing Digital engloba todas as ações e práticas que uma empresa pode realizar no mundo da internet com o objetivo de desenvolver sua marca e otimizar seus resultados.

Seu grande diferencial é o seu potencial de interação: é possível dialogar diretamente com o seu público, dando a ele a oportunidade de manifestar suas opiniões e desejos.

E-commerce, e-mail marketing, blogs, redes sociais e muitos outros recursos entram aqui.

É uma área recente e bastante dinâmica: muitas vezes, o que valia como regra no ano passado não é tão mais verdade hoje.

Por isso, é muito importante que profissionais que queiram investir em marketing digital estejam sempre atualizados e a par dos novos recursos e cursos disponíveis (não, não adianta só ter uma página no Facebook e atualizar o Instagram).

Confira aqui (e aprenda como evitar) os maiores erros de marketing digital cometidos por empresas.

Marketing Social e de Relacionamento: satisfação além do consumo

Marketing nem sempre tem a ver com a venda ou promoção do produto ou serviço oferecido por uma empresa.

Com um mercado cada vez mais atento e que exige posturas adequadas de seus representantes, oMarketing Social surge como ferramenta para empresas se associarem a causas e questões sociais, sem um objetivo direto de venda.

Aqui, vale a promoção de ideias e não produtos: o objetivo é educar o público e promover a conscientização sobre temas de interesse geral, não empresarial.

A ideia é que ao associar a marca a essas ações, sua imagem seja vista positivamente pelo consumidor.

Manter sua base de clientes satisfeita é obrigação de qualquer negócio que queira manter se vivo.

Porém, sustentar essa mesma base engajada e entusiasmada com seu produto é levar as coisas a um outro nível.

E é exatamente isso que o marketing de relacionamento busca: ao oferecer um atendimento e assistência de qualidade.

A empresa cria um relacionamento duradouro com o cliente, pautado em confiança e satisfação.

A partir dessa prática, empresas tem a chance de transformar consumidores em brand advocates — clientes satisfeitos que ajudam na promoção e divulgação de um produto por meio de indicações, reviews, etc — e melhorar ainda mais sua imagem.

Relacionamento não se preocupa apenas com a relação cliente-empresa; é muito importante que dentro de qualquer organização, as pessoas estejam em sintonia para que as coisas funcionem bem.

Para isso, existe o endomarketing: como sugere o nome (endo, em grego, significa “pra dentro”), esse tipo reúnem práticas com um direcionamento interno, que procuram “cuidar” de sua equipe.

A ideia é fazer com que seus funcionários fiquem felizes ao ir trabalhar, porque se sentem parte de algo importante.

Alguns casos de sucesso dessa modalidade envolvem grandes nomes como Toyota e Fiat.

Dicas valiosas para engajar sua equipe você encontra aqui.

Outbound vs. Inbound

Talvez a principal discussão no mundo do marketing hoje em dia seja sobre as metodologias Outbound e Inbound.

Por que? Porque as duas apresentam filosofias opostas quanto à aproximação e conversão de clientes.

Outbound é, para muitos, o marketing do passado: pautadas em interrupções, as técnicas dessa modalidade são infinitas, mas sempre partem da ideia de enviar uma mensagem para todo o mundo, esperando que alguns se interessem no que você está falando (ou melhor, vendendo).

O problema é: ninguém gosta de ser interrompido.

Além disso, a Internet revolucionou o comportamento de compra das pessoas: agora, elas procuram saber informações sobre aquilo que querem comprar e compartilham opiniões sobre experiências que tiveram, criando um mercado muito mais informado e exigente.

Surgiu então, o Inbound Marketing, metodologia baseada em atrair clientes ao oferecê-los algo que os interessa sem esperar nada em troca, diretamente.

A premissa aqui é que se você disponibilizar ao seu público conteúdo e informação que sejam relevantes, ele continuará voltando para seu site e poderá se tornar, algum dia, um cliente fiel.

Rick Burnes, da gigante Hubspot, captura a essência inbound com a seguinte frase:

“Ao invés de impulsionar sua mensagem repetidamente em uma multidão, eles [marqueteiros inbound] atraem clientes altamente qualificados ao seus negócios como um imã.”  – Rick Burnes

Como consumidor, este não lhe parece muito mais atrativo?

Dentro do inbound está o Marketing de Conteúdo, que está em ascensão e vêm apresentando resultados cada vez melhores.

A ideia é produzir conteúdo que seja de qualidade, relevância e interesse para o seu público sem esperar que ele compre algo de você.

Ao fazer isso, você se torna referência em sua área e gera uma imagem positiva para sua marca, o que conduzirá consumidores ao seu produto uma hora ou outra.

Essa é, sem dúvidas, uma das principais tendências atuais e que vale a pena acompanhar.

A Rock Content oferece uma certificação gratuita no assunto, que vai te ensinar mais sobre a estratégia e como ela pode ajudar o seu negócio.

Viral Marketing: a força do “boca-a-boca” em um contexto digital

Se você é usuário de redes sociais, certamente já curtiu um link que foi compartilhado por um amigo, ou enviou algo para alguém que seria interessante para essa pessoa.

O fato é, as pessoas adoram compartilhar com amigos algo que gostaram ou que tenha provocado alguma reação.

Esse tipo de comportamento na Web sustenta o princípio do Viral Marketing, cuja estratégia é desenvolver conteúdos pelos quais seu público se interesse ou se sinta inclinado a compartilhar, multiplicando sua visibilidade e interação.

Muitas empresas têm investido nisso, obtendo resultados que vão de invejáveis a desastrosos: a recepção do público é que vai pautar o seu sucesso, e caso ela seja negativa, a viralização pode muito bem acabar com sua imagem, e muito rápido.

Veja um exemplo dos sortudos (ou melhor, competentes) aqui.

Vendarketing: unindo equipes rumo ao mesmo objetivo

Uma das grandes rixas no mundo de negócios é a que existe entre vendas e marketing.

Muitas empresas mantém os dois departamentos separados: pela falta de contato, um nunca aprende como o outro funciona, e rapidamente os dois começam a se estranhar esquecendo que estão, no final das contas, no mesmo barco e atrás de um mesmo objetivo.

Para corrigir isso, foi criado o Vendarketing (versão aportuguesada de “Smarketing” = sales + marketing).

A junção de palavras traduz o espírito da coisa: o objetivo é criar um diálogo direto entre os dois departamentos para unir seus esforços e, potencialmente, otimizar resultados.

Como isso funciona? Basicamente, todo mundo trabalha dentro do mesmo funil de vendas: Marketing assume o topo e no meio, estudando e educando o mercado de forma a gerar leads de qualidade.

Vendas, por sua vez, termina o serviço, transformando leads em clientes. E o sucesso é de todos.

Veja aqui como aplicar o Vendarketing para melhorar seus resultados.

Esse foi um guia dos principais tipos de Marketing relevantes ao mercado atualmente.

Vale lembrar que existem outras mil categorias e estratégias: tudo depende dos seus objetivos, de quem você quer atingir e como quer fazer isso.

Agora que você já tem uma ideia melhor dos diferentes tipos de Marketing e os benefícios que cada pode trazer, que tal calcular o quanto você deve investir nessa área?

Fonte: http://saiadolugar.com.br/

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desafio profissional

10 atitudes que te levarão mais longe na vida profissional

“Eu não gosto do meu trabalho”, “Não me sinto uma pessoa valorizada no que faço”, “Preciso melhorar minha vida”, “Preciso perder peso”, “Quero abrir uma empresa e não sei como”, etc.

Essas são frases que você já deve ter ouvido diversas vezes no seu trabalho e nas conversas com amigos e familiares, não é?

Possivelmente você diz algumas dessas frases para seus amigos quando não está muito feliz com seu momento atual.

Isso não é normal e não devemos aceitar essa infelicidade toda. Por isso, existem atitudes que podemos ter para criar uma vida mais feliz tanto na vida pessoal quanto profissional.

Tendo atitudes de mudança em sua vida, você irá muito mais longe.

1. Conhecimento: O conhecimento abre nossas mentes e deixa nosso cérebro inquieto em busca de oportunidades e soluções. Também nos faz pensar, sonhar e nos deixa mais otimistas e realistas.

Para isso, você não precisar fazer 2 faculdades, 3 pós-graduações ou qualquer coisa do tipo. Basta apenas ser uma pessoa curiosa e dedicar pelo menos 45 minutos do seu dia para estudar algo novo.

2. Crenças fortes: não estamos falando de religião, mas ter um sentimento forte e profundo de que as coisas estão realmente conectadas no universo e uma grande admiração pelas coisas boas da vida. Gratidão.

3. Auto confiança: confiar em você mesmo é uma das atitudes mais fortes que você pode ter. Não estamos dizendo que você precisa ter um ego enorme para ir mais longe, mas precisa de um sentimento forte de que com muito trabalho, foco, integridade e desenvolvimento contínuo pode e irá ter sucesso.

4. Visão: pessoas de sucesso têm sempre uma visão forte e bem definida do que querem. Eles têm foco e sonhos bem definidos e uma ideia clara do desejam e como chegarão lá.

5. Eu posso: se você quer ser uma pessoa bem sucedida em qualquer área da sua vida, precisa pensar como vencedor. A atitude do “Eu posso, eu consigo” é a base para acreditar que você conseguirá.

6. Paixão e Desejo: Napoleon Hill definiu muito bem essa atitude em seu livro “Leis do Triunfo”. Em seus estudos sobre pessoas de sucesso ele percebeu que todas elas tinham uma paixão e desejo enorme por seus objetivos e sonhos.

7. Coragem: possivelmente essa é a a atitude mais importante para o sucesso. Coragem significa encarar de frente os desafios sem medo do fracasso. Pessoas de sucesso sabem que o fracasso não é uma escolha, é uma etapa.

8. Disciplina: tem coragem para pagar o preço? A disciplina é algo que precisa virar um hábito em sua vida se você deseja mesmo ter sucesso. Platão já dizia “A primeira e melhor vitória para um homem é conquistar a si mesmo”. Força de vontade e motivação não são estratégias… por isso que as pessoas bem sucedidas estão dispostas a fazer o que as outras não estão. Trabalhar bastante.

9. Honestidade: pessoas bem sucedidas são transparentes e honestas na hora de fazer acordos. Integridade é a base da confiança. Confiança é algo que se conquista e para isso a honestidade e transparência são fatores fundamentais.

10. Competência: competência é a diferença entre a excelência e a mediocridade. Aqueles que querem a excelência entendem que aumentar sua competência na área de atuação é uma obrigação para o sucesso.

Além dessas atitudes, outra coisa que ajuda muito é contar com o conhecimento de pessoas que sabem como ir mais longe, tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Fonte: http://www.saiadolugar.com.br/

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empreendedor

Tão importante quanto pensar, é agir como empreendedor

Sou louco por pessoas que possuem ideias, sejam elas geniais ou não, e que acreditam nelas e fazem acontecer.

Essas pessoas não se conformam com o óbvio. Se reinventam, ousam e arriscam, para poder construir uma divertida e maravilhosa história HOJE. Elas não só pensam, mas agem como empreendedores.

Pensar como empreendedor é super importante sim, mas se não fizer nada, será só mais um planejamento que ficará engavetado.

Ficar no achismo é perda de tempo.

Por outro lado, quando você vive a sua ideia, aí sim terá argumentos convincentes, sejam eles: de vendas, estratégias, melhor modelo de negócio, como implementar melhorias, entre outros.

Vejo muitas pessoas falarem sobre empreendedorismo colocando peso em suas palavras, mas sequer viveram algo na prática. Isso é um tanto ruim…

O que mais vem desmotivando os alunos na faculdade são seus professores, que deveriam ser os primeiros exemplos, mas não possuem muita experiência prática.

Então, agora eu te pergunto:
Você pensa e age como empreendedor, ou apenas está pensando?

Ei, você ai: Quer fazer a diferença?

Pare agora mesmo de ficar inventando mirabolantes planos e venha para prática. Teste suas ideias e faça descobertas. Questione mais as suas ações do que o papel e assim terá chances de viver realmente o dia a dia do empreendedor.

Somente quando as pessoas pararem de só pensar e fazer as duas coisas juntas é que elas vão crescer, evoluir e assim conquistar o seu lugar nessa gigante selva que é o mercado.

Vem logo, essa sua ideia ai vai contribuir muito para que o nosso país seja ainda melhor!

Fonte: http://www.saiadolugar.com.br/

 

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