MEI – tem direito a seguro desemprego?

Essa tem se tornado uma pergunta recorrente em tempos de crise e desemprego, em que o brasileiro se vê obrigado a ser ainda mais criativo e se reinventar para conseguir superar os desafios impostos pela atual conjuntura política e econômica.

Facilidade de formalização, impostos reduzidos, custo de manutenção barato, acesso ao crédito. Muitas são as vantagens que têm feito com que cada vez mais brasileiros formalizem um negócio comoMicroempreendedor Individual (MEI) .

Para se ter uma ideia, desde julho de 2009, quando entrou em vigor a Lei Complementar nº 128/2008, já são mais de 6 milhões deMicroempreendedores Individuais (MEI)  formalizados, conforme estatística do Portal do Empreendedor acessada em agosto/2016.

Porém, nem tudo são flores e não é incomum encontrar situações bem controversas, geralmente por falta de informação ou por consequência de um impulso; e uma dessas controvérsias diz respeito ao recebimento doSeguro Desemprego por parte do MEI.

MEI e Seguro Desemprego

Muitas das pessoas que se cadastram como MEI têm, simultaneamente, um emprego com carteira assinada, o que não é proibido. Outras perdem o seu emprego com carteira assinada e automaticamente se formalizam comoMEI para ter uma renda, agindo por impulso, sem conhecer direito as regras para esse tipo de empresa.

É aí que mora o problema: ao se tornar um Microempreendedor Individual a pessoa perde o direito de receber o seguro-desemprego, mesmo que tenha sido demitido sem justa causa no emprego onde era registrado; e mesmo que ainda não tenha tido nenhuma renda com o MEI.

Isso acontece pelo fato de o MEI ser considerado como Contribuinte Individual e, portanto, ter os dados incluídos no cadastro do Ministério do Trabalho e Emprego, órgão regulador do Seguro Desemprego.

Importante ressaltar que após o MEI perder o Seguro-Desemprego, não adianta simplesmente cancelar o seu registro. Ainda, mesmo que se entre com um recurso administrativo junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, tal recurso será indeferido, negado, e o MEI continuará sem receber o benefício.

Dificilmente as pessoas encontram essa informação disponível na mesma proporção que as relacionadas aos benefícios e vantagens de ser um MEI e, por isso, tenho recebido muitos contatos de pessoas desesperadas por terem perdido o Seguro Desemprego pelo simples fato de serem MEI.

Mas, depois que o MEI perde o direito ao Seguro Desemprego, existe alguma coisa a fazer?

A resposta é: SIM. Porém, terá que recorrer à Justiça, pagar um bom advogado e esperar por muito tempo até que o seu processo seja julgado.

Portanto, antes de se tornar um MEI estude bastante, leia sobre o tema. Não deixe de procurar o auxílio de um Contador.

Fonte: Blog Contabilidade

Comunicado da Receita Federal – “Exclusão de Ofício de Pessoas Jurídicas do Simples Nacional”

A Receita Federal do Brasil solicitou ao Conselho Federal de Contabilidade, por meio de ofício,  ampla divulgação de procedimento nacional a ser iniciado no dia 26 de setembro de 2016. O conteúdo do documento, assinado por Jose Humberto Valentino Vieira, auditor-fiscal da Receita Federal do Brasil, coordenador-geral de Atendimento e Educação Fiscal – Substituto, está publicado a seguir:

“Vimos comunicar-lhes que, no dia 26 de setembro de 2016, terá início em todo o Brasil, o procedimento de exclusão de ofício de pessoas jurídicas optantes do Simples Nacional motivada, exclusivamente, por débitos com exigibilidade não suspensa, previdenciários e não previdenciários com a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), conforme previsto no art. 17, inciso V, art. 29, inciso I, art. 30, caput, inciso lI, art. 31, inciso IV, e art. 33, caput, todos da Lei Complementar n° 123, de 14 de dezembro de 2006.

2. O Ato Declaratório Executivo (ADE) estará disponibilizado para acesso, unicamente, no Domicílio Tributário Eletrônico (DTE-SN), sistema em que todos os optantes pelo Simples Nacional, exceto os MEl, são automaticamente participantes. Os débitos motivadores de exclusão da pessoa jurídica estarão relacionados no anexo único do ADE.

3. O teor do ADE de exclusão no DTE-SN poderá ser acessado pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Atendimento Virtual (e-CAC) no sítio da Receita Federal do Brasil, mediante certificado digital ou código de acesso. Todavia, o código de acesso gerado pelo Portal do Simples Nacional não é válido para acesso ao Atendimento Virtual (e-CAC), e vice-versa.

4. A ciência dada à pessoa jurídica pelo DTE-SN será considerada pessoal para todos os efeitos legais. Para tanto, se a pessoa jurídica efetuar a consulta do ADE de exclusão dentro do prazo de 45 dias contados da data em que este foi disponibilizada no DTE-SN:

a) a ciência se dará no dia em que for efetuada a consulta, se a consulta ocorrer em dia útil;

b) a ciência se dará no primeiro dia útil seguinte ao da consulta, se a consulta ocorrer em dia NÃO útil;

5. Se a pessoa jurídica não efetuar a consulta ao ADE de exclusão dentro do prazo de 45 dias contados da data em que este foi disponibilizada no DTE-SN, a ciência do ADE de exclusão ocorrerá no 45° dia contado da data da disponibilização do ADE de exclusão no DTE-SN (ciência por decurso de prazo).

6. A partir da data de ciência do ADE de exclusão, a pessoa jurídica terá um prazo é de 30 (trinta) dias para a regularização da totalidade dos débitos à vista, parcelados ou compensados. Se a regularização ocorrer dentro desse prazo, a exclusão do Simples Nacional será automaticamente tornada sem efeito. Caso contrário, a pessoa jurídica será excluída do Simples Nacional, com efeitos a partir do dia 01/01 /2017.

7. Cada pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional, exceto o MEl, pode cadastrar no DTE-SN até três números de celulares, até três endereços de e-mail e uma única palavra-chave a fim de permitir que a Administração Tributária possa enviar gratuita e automaticamente SMS (“torpedo”) e/ou e-mail à pessoa jurídica toda vez que um documento (inclusive ADE de exclusão) for disponibilizado no DTE-SN . A palavra-chave cadastrada constará do SMS e do e-mail e tem por objetivo garantir a autenticidade da mensagem recebida. Ao receber o SMS e/ou o e-mail, é prudente conferir se a palavra-chave que consta é igual à palavra-chave que foi cadastrada.

8. Para cadastrar os números dos celulares, os endereços de e-mail e a palavra-chave, deve-se acessar o DTE-SN pelo Portal do Simples Nacional na internet – mediante código de acesso (por enquanto não há possibilidade de acessar mediante certificado digital), clicar sobre “Cadastrar Informações Adicionais” e preencher os campos. O campo “celular” deve ser preenchido da seguinte forma: DDD+número do celular, sem espaço.

9. Cuidados que os Contadores e Técnicos em Contabilidade devem ter:

a) É altamente recomendável que os contadores e técnicos em contabilidade criem o hábito de, periodicamente, acessarem o DTE-SN de todos os seus clientes a fim de verificarem a existência de algum documento (inclusive ADE de exclusão) disponibilizado. O não acesso periódico ao DTE-SN de seus clientes pode acarretar o risco de as pessoas jurídicas serem cientificadas de algum documento (inclusive de ADE de exclusão) por decurso do prazo legal de 45 dias e, por consequência, as pessoas jurídicas serem penalizadas (inclusive excluídas do Simples Nacional).

b) Os contadores e técnicos em contabilidade devem providenciar imediatamente o cadastramento dos números de celulares, dos endereços de e-mail e da palavra-chave de todos os seus clientes, a fim de receberem SMS (“torpedos”) e e-mail informando que algum documento (inclusive ADE de exclusão) foi disponibilizado no DTE-SN.

c) Os contadores e técnicos em contabilidade devem orientar os seus clientes que receberem ADE de exclusão a regularizarem a totalidade dos seus débitos dentro do prazo de 30 (trinta) dias contados da data da ciência do ADE no DTE-SN, sob pena da pessoa jurídica ser excluída do Simples Nacional.

10. Por fim, contamos com a colaboração desse Conselho Federal de Contabilidade, para a ampla divulgação dos procedimentos de exclusão de ofício de pessoas jurídicas do Simples Nacional, de modo que a campanha seja exitosa.”

Fonte: Conselho Federal de Contabilidade

Segundo Ministerio modernização da CLT será restrita a jornada de trabalho e salário

 

Ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou que modernização da CLT será restrita a alguns itens específicos. Ele esteve em São Paulo nesta quinta-feira (21/07/2016) e se reuniu com trabalhadores do setor alimentício e de transportes.
O ministro destacou que as mudanças que vão fazer prevalecer os acordos coletivos valerão apenas para questões como jornada de trabalho e salário.

O ministro do Trabalho afirmou que a modernização da lei vai dar segurança jurídica para que as convenções não sejam contestadas: “em determinadas situações, quando há um acordado entre o sindicato da categoria e a parte patronal, o juiz, pelo seu poder discricionário, torna sem efeito este acordo e isso traz insegurança jurídica entre capital e trabalho”.

Ele garantiu ainda que os trabalhadores farão parte da criação da proposta de reforma que deve estar pronta até o fim do ano.

O presidente da UGT, Ricardo Patah, mostrou preocupação com a discussão da modernização das leis trabalhistas, mesmo em pontos específicos: “a questão da jornada de trabalho nos preocupa quando temos a CNI já falando em trabalhar 80h por semana. Como podemos permitir negociação quanto a carga horária se percebemos que os empresários querem nos transformar em máquinas?”.

Ricardo Patah defendeu que o projeto de terceirização parado no Senado precisa ser revisto. Na próxima semana, centrais sindicais se reunirão com o governo para tratar do tema, além da reforma da CLT e do programa de proteção ao emprego.

Fonte: Jornal Jurid

Qual melhor regime tributário a adotar para abertura de uma empresa

Uma das principais dúvidas do empreendedor na hora de constituir sua empresa é sobre qual seria o melhor regime tributário a adotar. A grande questão é como maximizar a opção escolhida. O profissional de contabilidade tem papel fundamental em orientar o empresário neste sentido.

É claro que cada empresa tem suas particularidades e, cada caso, é um caso. Não há nada que possa substituir a análise criteriosa e individual de um profissional da área. Mas, em termos gerais, é possível apontar alguns caminhos. Ao menos dar uma visão ampla sobre como se pode proceder.

Costumo dizer que o ponto de partida para essa análise é, sem dúvida, a receita anual da empresa. Se a companhia possuir faturamento bruto inferior a R$ 3,6 milhões, o empresário pode optar pelo Simples Nacional, que pode ser considerado vantajoso em diversos aspectos. O ramo de atuação também conta, pois o sistema não está disponível para todas as áreas, por isso é preciso checar o CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica) da atividade principal de sua firma. Com a nova Lei do Simples que está sendo votada, algumas mudanças estão para acontecer, como, por exemplo, a criação de uma faixa de transição para empresas com até R$ 4,8 milhões de faturamento anual para aquelas que estourarem o teto.

De forma geral, o Simples Nacional oferece possibilidades de menor tributação, além de maior facilidade no atendimento das legislações tributária, previdenciária e trabalhista. Também é possível simplificar o pagamento de diversos tributos mediante uma única guia e, ainda, tributar as receitas à medida do recebimento das vendas. Existem diversas outras vantagens, bem como alguns pontos não tão positivos assim – mas esse tema merece texto especialmente para ele. Só cuidado para não ligar no automático, pois, em alguns casos, mesmo tendo os pré-requisitos, a escolha do Simples não é a melhor opção.

Além do Simples, o empreendedor ainda conta com outras formas de tributação: o lucro real e o lucro presumido. No caso deste último, a apuração do IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) têm por base de cálculo uma margem de lucro pré-fixada pela legislação, de acordo com a atividade da empresa. Nesse caso, também fica dispensado o cálculo do lucro efetivamente auferido em sua atividade, exceto o derivado de situações específicas, como ganho de capital e lucros com transações financeiras, entre outras.

Já quando falamos sobre o regime de lucro real, a empresa deve calcular o IRPJ e a CSLL sobre o lucro efetivamente auferido (com os ajustes previstos na legislação). Nesse caso, como não há uma margem de lucro presumida, se a empresa apurar prejuízos ao longo do ano, ficará dispensada do recolhimento desses tributos. Nesta tributação, o empresário ainda tem a obrigação de apresentar à Receita Federal diversas declarações e controles que não são exigidos para companhias que optam pelo lucro presumido.

Mas, e o MEI (Microempreendedor Individual)? Esse sistema tem isenção nos tributos federais, além de pagar muito pouco pelos impostos estaduais e municipais. Para se ter uma ideia, o MEI não paga IRPJ, CSLL, IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) patronal, PIS e Cofins, enquanto paga o valor simbólico de R$ 5 como ISS (Imposto Sobre Serviços), além de R$ 1 como ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias). Além disso, há o percentual de 11% sobre o salário mínimo para custear o INSS. Mas, para se encaixar nesse tipo de tributação, seu faturamento não deve ultrapassar os R$ 5.000 mensais, totalizando R$ 60 mil anuais. Fique atento, pois mudanças estão por vir, como o aumento do teto para R$ 81 mil.

Sobre cada um desses regimes tributários há uma série imensa de especificidades e detalhes. Lembre-se, se você está pensando em abrir uma empresa, ou mesmo se já tem uma e acha que pode maximizar resultados, consulte profissional especializado. Com certeza ele poderá lhe esclarecer sobre a melhor maneira de lidar com o mercado, aumentar seus lucros e planejar seu negócio. Avante!

Matéria: Diário do Grande ABC

eSocial se torna inviável em setembro, com isso novos prazos são discutidos

O Grupo Confederativo do eSocial (GTC) se reuniu, nesta terça-feira (19), na sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), para alinhar os próximos passos para entrada em vigor do módulo. A data prevista é setembro de 2016, mas o grupo concorda que é inviável. Além da revogação do prazo, o grupo também acertou que concentrará esforços na construção do leiaute definitivo para o eSocial.

O eSocial é um módulo do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) que concentrará todas as obrigações trabalhistas e previdenciárias num único espaço.

O GTC tem por objetivo equacionar possíveis divergências entre as necessidades do projeto e das empresas antes que o módulo entre em vigor. O grupo é formado por representantes do Ministério do Trabalho, da Secretaria da Previdência do Ministério da Fazenda, da Caixa Econômica Federal, do CFC, do Sistema S, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Confederação Nacional do Comércio (CNC), da Fenacon, de cooperativas, do Sebrae e de empresas de softwares.

Em agosto do ano passado, o GTC foi dividido em subgrupos com o intuito de acelerar as discussões para a implantação do módulo dentro do prazo previsto, mas, por diversas razões, ainda não há leiaute definitivo para o projeto. “Estamos vendo os esforços dos atores envolvidos, tanto na realização dos testes quanto nas discussões de alinhamento, com o objetivo de alcançar as melhorias esperadas para as versões que foram apresentadas até agora. Há necessidade de ajustes e definição do leiaute para novos testes e o Grupo está empenhado em produzir uma versão final”, afirma a representante do CFC no GTC, Sandra Batista.

No encontro desta semana, o coordenador do grupo, José Maia, informou que as mudanças pelas quais passou o governo não alteraram o compromisso com o projeto. “Apesar das mudanças, as equipes que tratam do eSocial foram mantidas e o Governo está comprometido com o módulo”. Ele informou que será publicada uma resolução revogando o prazo atual. “Já havíamos pactuado com esse Grupo que apenas revogaríamos o prazo quando tivéssemos uma proposta de cronograma para apresentar. Não foi possível construir esse cronograma, mas estamos trabalhando nisso. A revogação não é, de forma alguma, um sinal de que o projeto não esteja sendo priorizado pelo Governo”, ressaltou Maia.

Os participantes reforçaram a necessidade de haver um leiaute definitivo para uma repactuação de prazo. Por isso, haverá uma oficina nos dias 9, 10 e 11 de agosto, em São Paulo, para acertar os conceitos que ainda precisam ser fechados para elaboração da versão final do projeto. Na reunião serão feitos os últimos ajustes no leiaute.

Fonte: CFC

Pessoas jurídicas inativas deverão apresentar DCTF até 21/07/2016

A Instrução Normativa RFB n° 1.646/2016, publicada em maio desse ano, determina que além das pessoas jurídicas que não possuem débitos a declarar, agora, as pessoas jurídicas inativas também deverão apresentar Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais – DCTF relativa a janeiro de cada ano-calendário.

Assim, as empresas que estiveram inativas deverão apresentar a DCTF referente ao mês de janeiro.

O Capítulo das Disposições Transitórias da norma acima citada prevê algumas regras excepcionais para este ano-calendário. Segundo o art. 10, III da Instrução Normativa, a DCTF deverá ser apresentada até o 15° dia útil do mês de julho deste ano, ou seja, 21/07/2016.

Governo prorroga prazo para sacar abono salarial do PIS/Pasep

Trabalhadores que não conseguiram sacar valores poderão receber até 31 de agosto de 2016.

Os trabalhadores que não conseguiram sacar o abono salarial do ano-base 2014 poderão receber até 31 de agosto. Em uma decisão inédita, o governo federal prorrogou o prazo – que havia terminado no dia 30 – devido ao grande número de pessoas que deixou de receber o benefício, cerca de 1,2 milhão de beneficiários.

Quem está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos; tenha trabalhado pelo menos 30 dias em 2014 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos; e tenha seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) têm direto a receber o abono, no valor de um salário mínimo (R$ 880).

Números

Desde o início do calendário do ano-base 2014, foram pagos mais de R$ 18 bilhões a 22,27 milhões de trabalhadores, o que corresponde a 94,45% do total de pessoas com direito ao recurso. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, espera que, com essa nova medida do governo, pelo menos mais 300 mil trabalhadores consigam realizar o saque, totalizando um montante de R$264 milhões.

“É uma medida de justiça do governo para aquele trabalhador de baixa renda, para que um número maior de trabalhadores, que realmente precisam, possam receber esse benefício. Esse dinheiro é do trabalhador”, afirma Ronaldo.

Ano-base 2015

Na semana passada, o governo federal divulgou o calendário de pagamento do abono salarial do ano-base 2015. A estimativa é que sejam destinados R$ 14,8 bilhões. Quem nasceu de julho a dezembro, recebe o benefício neste ano (2016) e os nascidos entre janeiro a junho, no primeiro trimestre de 2017. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 30 de junho de 2017, prazo final para o recebimento.

Como sacar

– PIS: o trabalhador que possuir Cartão Cidadão e senha cadastrada pode sacar o PIS nos terminais de autoatendimento da Caixa, ou em uma Casa Lotérica. Se não tiver o Cartão Cidadão, pode receber o abono em qualquer agência da Caixa mediante apresentação de documento de identificação. Informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-726 02 07, da Caixa.

– Pasep: quem recebe o Pasep precisa verificar se houve depósito na conta. Caso isso não tenha ocorrido, deve procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil

– Mais informações: a Central de Atendimento Alô Trabalho, do Ministério do Trabalho, que atende pelo número 158, também tem informações sobre o PIS/Pasep.

Fonte: A Cidade On

empreendimento

Expansão comercial, a espinha dorsal do empreendedorismo

Partindo do princípio de que a expansão comercial é a espinha dorsal do sucesso de qualquer negócio ou empreendimento, o seu gerenciamento se coloca como ponto fundamental. E nele nada pode ser efetivo sem a existência de dois sólidos pilares: O estabelecimento de metas e a formação de uma força comercial respeitável.

Pode parecer óbvio. Mas sugiro uma evolução da teoria para além do papel antes de qualquer julgamento.

Não é uma tarefa simples. Demandará conhecimento profundo do potencial de mercado, entendimento privilegiado do comportamento da concorrência, familiaridade com os produtos e serviços que estão na disputa.

Além disso, exigirá uma boa coordenação na hora de montar a equipe que vai para o front, envolvendo bom gerenciamento, engajamento real e bons critérios na hora de selecionar os “soldados”.

Comecemos pelas metas.

Estabelecimento de Metas

Este exercício permitirá que o “exército” de vendas possa vislumbrar o horizonte, sacramentando o seu valor, garantindo o seu justo reconhecimento, ou tornando pública a sua incompetência.

Em razão disto, ao estabelecê-las, precisamos atuar com o máximo de precisão, maturidade empresarial e senso de realidade.

Neste contexto, algumas dicas podem contribuir:

1. Antes de pensar em metas é necessário contar com um planejamento de negócios que leve em conta, de forma detalhada, o esforço comercial e seus resultados como suporte para o atendimento do panorama econômico-financeiro;

2. Ao elaborar o planejamento de negócios, considere a estrutura de despesas diretamente acopladas às vendas, assim como os custos resultantes do atendimento da demanda gerada e nunca projete por período inferior a cinco anos;

3. Uma vez com o planejamento de negócios concluído e validado (ou aceito) pela sua equipe, passe a estabelecer o parâmetro “mãe” do processo comercial: o estabelecimento de metas;

4. Antes de estabelecê-las faça um dimensionamento completo da equipe vendedora, considerando seu efetivo, sua capacitação comercial, e o nível de profundidade no conhecimento sobre o produto ou serviço a ser vendido. Em seguida cruze estas informações com os levantamentos de mercado realizados para a concepção do planejamento de negócios citado no item 1;

5. Com estes cenários estabeleça a margem de segurança em termos de resultado comercial esperado, calibrando de forma a evitar exageros tanto para o otimismo como para o pessimismo em termos do que foi originalmente projetado;

6. Em seguida estabeleça metas atingíveis. Podendo ser atribuídas de forma particularizada para a equipe de vendas ou colocadas de forma genérica, dependendo da padronização e da especialização da sua área comercial;

7. Diante do atingimento ou não atingimento das metas estabeleça uma política que deixe claro o que é reconhecido como sucesso absoluto, um resultado normal e regular, ou um fracasso inaceitável. Esse procedimento ajuda a domar o clima de ansiedade, uma vez que é conhecida a forma de avaliação e o que se espera como desempenho;

8. Comunique tudo claramente, por meios formais, e quando considerar apropriado promova eventos para apoiar a comunicação e fortalecer o senso de equipe e coesão;

9. Em meio a tudo isso, interaja com seus vendedores para administrar eventuais conflitos, situações não planejadas, e toda espécie de contratempos absolutamente naturais em uma jornada negocial. Tudo isso munido de paciência, bom senso e espírito de justiça.

Depois disto é preciso formar a Força Comercial

Aqui a verdade é crua e sem piedade para uma força comercial que não saiba performar.

Com esta conclusão, vem a consequência devastadora. Todo o resultado originado na capacidade de empreender, gerir e gerar produtos e serviços competitivos, provavelmente serão diluídos diante de um faturamento frustrante.

Isso acontece por um único e óbvio motivo: nada disso se sustenta sem investimentos.

E estes investimentos se fundamentam ou em sobras de caixa originadas em robusto faturamento, ou na atratividade de sócios de risco. Eles, por sua vez, apenas se interessarão no negócio caso se comprove sua viabilidade econômica, e esta como sabemos não existe sem o êxito comercial.

Vejamos:

1. Não divorcie a sua área comercial da produção ou da área técnica. A troca de informações garante tanto o amadurecimentos de todos os profissionais envolvidos, quanto um discurso de vendas convincente e assertivo;

2. Forme vendedores, bons negociantes e consultores de negócios (chame-os como desejar), masevite formar atores da vida corporativa com frases feitas e decoradas do senso comum, causando desconfiança e sono durante as reuniões;

3. Implemente um modelo meritocrático que puna os incompetentes e acomodados. Mantenha os que lutaram e se esforçaram sem muitos resultados e prestigie os poucos que efetivamente atingiram os resultados esperados.

4. Trabalhe com um programa realista de metas. Essa história de exigir 100 quando na verdade se deseja 70 não funciona, liquida com o crédito da direção da empresa e torna o sistema de metas em uma piada que ninguém consegue levar a sério.

5. Crie programas de incentivos. Eles são muito úteis, e como prêmio distribua dinheiro, por exemplo.

6. Não permita que sua equipe necessite de programas motivacionais para se manter na ofensiva comercial. No lugar disso invista no amadurecimento profissional que é o que permite que o indivíduo se auto motive, mas por outro lado não trabalhe no sentido oposto tornando a vida dele um inferno.

7. Desburocratize internamente o processo comercial, já chega a burocracia regulatória na qual as empresas vivem. Você não precisa importá-la.

8. Cobre a cultura da boa organização e da disciplina com informações. Estes são diferenciais raros de se encontrar e garantem o sucesso em casos de vendas complexas.

Para encerrar, fica a certeza de que sem a inteligência de mercado que permite gerar metas críveis e entusiasmantes, e sem o empenho de um exército comercial competente e corajoso, muito pouco sairá do papel ou se realizará. Independentemente do empreendedorismo que brota das veias ou da inventividade que possibilita a diferenciação de mercado ou a ocupação de um espaço que ninguém antes conseguiu ocupar.

Fonte: http://saiadolugar.com.br/

Nosso escritório contábil está localizado em Cuiabá, agende uma visita hoje mesmo.

franquia

Como abrir uma franquia: as 10 dicas essenciais

Em busca de mais liberdade e autonomia, cada vez mais pessoas estão começando seu próprio negócio no Brasil. Isso se nota ainda mais em épocas de crise, quando a carteira assinada já não é nenhum sinônimo de segurança.

Dentro desse contexto, temos percebido algo interessante: entre as pessoas que resolvem empreender, muitas acabam se perguntando como abrir uma franquia de sucesso, e decidem buscar mais informações sobre esse tipo de oportunidade.

Pensando nisso, preparamos este post com as dicas essenciais para você que está considerando esse modelo de empreendedorismo.

Naturalmente, existem vários cuidados a tomar e pontos a serem estudados. Nosso objetivo aqui é justamente simplificar o caminho para você, facilitando as suas decisões daqui para frente.

Chegou a hora de aprender um pouco mais! Vamos falar de franquia?

1. Antes de olhar para o mercado, olhe para si mesmo

Para quem não sabe o que quer, tudo é oportunidade. Já para quem pratica o autoconhecimento, é mais fácil filtrar muito as informações e tomar decisões com muito mais clareza.

Ao começar a pesquisar opções de franquia, você se depara com dezenas e até centenas de ideias de negócio. Mas antes de olhar para o mercado e entender o que ele precisa, é necessário saber o que te faz feliz.

Como você imagina o seu futuro? Por que está buscando um negócio próprio? Que benefícios você quer ter ao empreender? Quais são suas paixões?

Se você entrar nessa só por dinheiro, é bem provável que acabe se estressando bastante.

Afinal, todo empreendimento exige trabalho duro e uma série de sacrifícios. Você precisa ter um porquê forte para fazer com que esse processo valha a pena.

2. Agora sim: estude o mercado

Depois de entender seus objetivos pessoais e profissionais com a franquia, aí sim estará preparado para analisar o mercado e identificar brechas.

Que tipos de serviços ou produtos estão faltando na sua cidade ou região? O que as pessoas têm dito? Que problemas elas têm que poderiam ser solucionados? Quanto as pessoas estão dispostas a pagar por serviços e produtos? Essas respostas não vêm da noite para o dia, por isso, é fundamental que você mantenha o seu radar ligado.

Passe a ver o mundo com olhos de empreendedor. Entenda as necessidades de quem está ao seu redor, identifique lacunas e possibilidades de melhoria em diferentes áreas e, principalmente, fique atento à relação entre oferta e demanda.

Se você investir em um negócio com alta demanda que tenha poucas soluções sendo oferecidas na região, as chances de sucesso serão muito maiores.

3. Defina os seus parâmetros pessoais

Não adianta nada ficar analisando uma pilha de propostas que não se encaixam com o seu orçamento ou objetivos. Para ter mais clareza e filtrar todas as opções que o mercado apresenta, procure fazer algumas perguntas a si mesmo e definir alguns parâmetros.

Quanto dinheiro você tem para investir na abertura da franquia? Em quanto tempo pretende recuperar o seu investimento? Você aceita negócios de alto risco ou prefere franquias de risco baixo?

Tudo isso é importante, já que pode demorar meses (ou anos) até que o seu negócio comece a dar lucro. No início, é preciso plantar para colher os frutos mais adiante.

Então, definitivamente, você precisa ter um capital extra caso as coisas não andem como o esperado. Essa fase inicial costuma ser bastante desafiadora e pode se tornar estressante caso você não faça um planejamento financeiro adequado.

4. Estude as possibilidades existentes

Reparou que só no passo 4 você vai realmente estudar as diferentes alternativas e modelos de franquia? Muita gente pula as etapas anteriores e acaba trocando os pés pelas mãos.

O resultado é que a pessoa pode abrir um negócio com o qual não se identifica ou mesmo sem ter condições financeiras de mantê-lo até começar a lucrar.

Bom, essa é a hora de visitar feiras, sites de empresas, conversar com outras pessoas, pedir opiniões, pesquisar na internet e tudo mais que você puder. Tomar uma decisão como essa nunca é fácil, portanto, evite qualquer afobação.

O importante é que você levante todas as informações necessárias e esgote as possibilidades de pesquisa. Caso contrário, mais para frente ficará com uma pulga atrás da orelha, se perguntando “o que aconteceria se eu tivesse investido naquele outro modelo?”.

5. Mergulhe a fundo no negócio que você vai abrir

Quão bem você conhece a área em que vai atuar? Quem é o seu público-alvo? Quais são os sonhos e frustrações desse público? O que ele gosta e valoriza? O serviço ou produto da marca vende bem? Que tipo de ponto de venda os franqueados de sucesso costumam ter? O que há de comum entre eles?

É fundamental que você saiba tudo sobre o ramo da franquia que vai abrir. Se for preciso, arrume um emprego na área antes de entrar de cabeça. Aprenda, faça perguntas, estude.

Esse tipo de atitude deve ser tomado no início do processo para que você não se arrependa mais tarde.

6. Construa relacionamentos com outros franqueados

Os franqueados da marca são pessoas como você, com os mesmos desafios e objetivos. Converse com eles e aproveite para visitar pessoalmente um bom número de franquias. Se possível, fale também com ex-franqueados e entenda quais as dificuldades e sucessos que eles tiveram.

Essa troca de experiências é ótima, pois permite que você entenda o dia a dia do negócio e descubra quais são as fraquezas da área em que vai atuar.

Além disso, você vai ficar sabendo se na prática da operação as coisas realmente ocorrem como o prometido ou se existem pontos que não estavam claros até então.

7. Preencha o cadastro, estude a Circular de Oferta e analise o contrato

Na maior parte dos casos, o futuro franqueado é convidado a preencher um cadastro pelo site da marca. Esse é o instrumento usado para que a empresa faça uma análise do seu perfil e veja se você se encaixa.

Essa etapa é ótima para os dois lados, já que serve para esclarecer vários pontos sobre os quais ainda podem haver dúvidas.

Uma vez que você tem seu cadastro aprovado, a empresa deve mandar a Circular de Oferta de Franquia (COF). Esse documento está descrito na Lei nº 8.955 e deve ser entregue a você pelo menos 10 dias antes de qualquer pagamento ou assinatura.

Essa circular terá todas as informações sobre a empresa, como situação financeira, situação legal da marca, investimentos que o franqueado precisará fazer, pagamentos a serem efetuados, entre outros.

Normalmente, junto com a COF você também receberá uma cópia do contrato. Essa é uma etapa que não pode ser negligenciada, portanto, contrate um advogado de confiança se achar necessário.

Estude detalhadamente cada cláusula, pois assim você estará protegido e evitará surpresas desagradáveis no futuro.

Em alguns casos, você pode negociar algum ponto específico, como a multa por invasão de território ou até mesmo um desconto no investimento inicial ou royalties, caso seja um dos primeiros franqueados a aderir à rede.

No momento em que o contrato ou pré-contrato é assinado, também ocorre o pagamento da taxa de franquia.

8. Escolha o ponto de venda

Algumas franqueadoras ajudam na escolha do ponto, enquanto outras somente aprovam ou reprovam o local. Nessa etapa é importante encontrar um imóvel com bom custo-benefício, em uma área que receba um bom número de pessoas.

Mas não é só isso: você também precisa conferir se o ponto de venda está em uma área que permite que a atividade pretendida seja exercida (não pode ser uma zona exclusivamente residencial, por exemplo).

Assim você conseguirá o alvará de funcionamento para abrir a loja. Com tudo ok, é hora de providenciar a locação e ir ao cartório para abrir sua empresa propriamente dita.

9. Aproveite as facilidades do modelo de negócio

É normal que, pelo fato de estar abrindo um negócio próprio, você queira fazer as coisas do seu jeito. Só não se esqueça de que todo franqueado precisa seguir certas exigências e padrões da franquia.

Veja isso como algo bom: você não precisa se preocupar com aspectos como identidade visual, decoração e até mesmo tipos de produtos ou serviços.

Aproveite o fato de ter em mãos um modelo de negócio com sucesso comprovado e foque na parte operacional, buscando atender aos clientes da melhor forma possível.

10. Seja paciente

Como você já sabe, o retorno sobre o investimento não acontece num passe de mágica. É preciso ser paciente e seguir trabalhando com consistência.

Se as coisas demorarem para acontecer, não deixe que isso afete o trabalho do dia a dia. Uma vez que os seus clientes estejam satisfeitos, é uma questão de tempo até que você se estabeleça de vez no mercado.

E então, conseguimos te ajudar com esse conteúdo? Com certeza agora você já tem muito mais conhecimento sobre como abrir uma franquia.

Inclusive, já pode estudar as possibilidades com muito mais propriedade, avaliando os pontos positivos e negativos de cada uma delas.

Os desafios são grandes, como em qualquer empreendimento, mas o importante é que sempre haverá espaço no mercado para quem está disposto a arregaçar as mangas, batalhar e seguir aprendendo!

Fonte: http://saiadolugar.com.br/

Nosso escritório contábil está localizado em Cuiabá, agende uma visita hoje mesmo.

marketing

Entenda quais são os principais tipos de marketing, suas características e os benefícios de cada um

Marketing é um termo usado para definir muitas estratégias.

Como conceito, marketing se refere a estudos e estratégias criadas para entender, se relacionar e (tentar) ganhar um determinado mercado.

Basicamente, todo esforço ou ação que seja desenvolvida com o objetivo de entender um certo mercado e como melhor atendê-lo vale como definição para a palavra.

Por isso, existem vários tipos e estratégias de marketing por aí, e entender do que cada um se trata é essencial para escolher o que vai ser mais adequado para você.

Nesse artigo, você conhecerá as principais e mais relevantes vertentes de marketing da atualidade, e conseguirá identificar com maior facilidade um que seja compatível com o que você procura.

Os tipos de marketing

Vamos tratar dos tipos mais conhecidos e das estratégias de marketing mais utilizadas.

Vamos lá!

Direto vs. Indireto

Antes de apresentarmos os principais tipos de marketing, vale diferenciar as duas maneiras utilizadas pela área para abordar o público: direta e indiretamente.

A primeira, como sugere o nome, reúne todo tipo de ação que apresenta diretamente ao consumidor o que a empresa tem a oferecer.

Existem várias ferramentas para isso: eventos, promoções, distribuição de flyers, e-mails, telefonemas. Enfim, tudo que funcione para gerar vendas diretas e, portanto, lucro imediato para a empresa.

Em contrapartida, aproximar-se indiretamente de seu consumidor consiste em gerar uma exposição de marca não associada (pelo menos diretamente) a um objetivo direto de venda.

Essa abordagem está mais ligada a gerar percepção de marca, a se fazer conhecida e respeitada pelo público e o mercado.

Aqui entram investimentos em merchandising, anúncios, conteúdos institucionais e, como veremos mais à frente, práticas inbound.

Cada abordagem tem suas vantagens e devem estar alinhadas aos objetivos do negócio.

Por exemplo: se você precisa vender rapidamente o estoque de um determinado produto, não vai adiantar muito investir em uma abordagem indireta.

Da mesma forma, se o objetivo é fazer com que sua marca se torne Top of Mind no seu segmento, distribuir flyers com promoções nas ruas não vai ser sua melhor aposta.

Marketing Digital: inúmeras possibilidades na web

Queridinho de todo mundo nos dias atuais, o Marketing Digital engloba todas as ações e práticas que uma empresa pode realizar no mundo da internet com o objetivo de desenvolver sua marca e otimizar seus resultados.

Seu grande diferencial é o seu potencial de interação: é possível dialogar diretamente com o seu público, dando a ele a oportunidade de manifestar suas opiniões e desejos.

E-commerce, e-mail marketing, blogs, redes sociais e muitos outros recursos entram aqui.

É uma área recente e bastante dinâmica: muitas vezes, o que valia como regra no ano passado não é tão mais verdade hoje.

Por isso, é muito importante que profissionais que queiram investir em marketing digital estejam sempre atualizados e a par dos novos recursos e cursos disponíveis (não, não adianta só ter uma página no Facebook e atualizar o Instagram).

Confira aqui (e aprenda como evitar) os maiores erros de marketing digital cometidos por empresas.

Marketing Social e de Relacionamento: satisfação além do consumo

Marketing nem sempre tem a ver com a venda ou promoção do produto ou serviço oferecido por uma empresa.

Com um mercado cada vez mais atento e que exige posturas adequadas de seus representantes, oMarketing Social surge como ferramenta para empresas se associarem a causas e questões sociais, sem um objetivo direto de venda.

Aqui, vale a promoção de ideias e não produtos: o objetivo é educar o público e promover a conscientização sobre temas de interesse geral, não empresarial.

A ideia é que ao associar a marca a essas ações, sua imagem seja vista positivamente pelo consumidor.

Manter sua base de clientes satisfeita é obrigação de qualquer negócio que queira manter se vivo.

Porém, sustentar essa mesma base engajada e entusiasmada com seu produto é levar as coisas a um outro nível.

E é exatamente isso que o marketing de relacionamento busca: ao oferecer um atendimento e assistência de qualidade.

A empresa cria um relacionamento duradouro com o cliente, pautado em confiança e satisfação.

A partir dessa prática, empresas tem a chance de transformar consumidores em brand advocates — clientes satisfeitos que ajudam na promoção e divulgação de um produto por meio de indicações, reviews, etc — e melhorar ainda mais sua imagem.

Relacionamento não se preocupa apenas com a relação cliente-empresa; é muito importante que dentro de qualquer organização, as pessoas estejam em sintonia para que as coisas funcionem bem.

Para isso, existe o endomarketing: como sugere o nome (endo, em grego, significa “pra dentro”), esse tipo reúnem práticas com um direcionamento interno, que procuram “cuidar” de sua equipe.

A ideia é fazer com que seus funcionários fiquem felizes ao ir trabalhar, porque se sentem parte de algo importante.

Alguns casos de sucesso dessa modalidade envolvem grandes nomes como Toyota e Fiat.

Dicas valiosas para engajar sua equipe você encontra aqui.

Outbound vs. Inbound

Talvez a principal discussão no mundo do marketing hoje em dia seja sobre as metodologias Outbound e Inbound.

Por que? Porque as duas apresentam filosofias opostas quanto à aproximação e conversão de clientes.

Outbound é, para muitos, o marketing do passado: pautadas em interrupções, as técnicas dessa modalidade são infinitas, mas sempre partem da ideia de enviar uma mensagem para todo o mundo, esperando que alguns se interessem no que você está falando (ou melhor, vendendo).

O problema é: ninguém gosta de ser interrompido.

Além disso, a Internet revolucionou o comportamento de compra das pessoas: agora, elas procuram saber informações sobre aquilo que querem comprar e compartilham opiniões sobre experiências que tiveram, criando um mercado muito mais informado e exigente.

Surgiu então, o Inbound Marketing, metodologia baseada em atrair clientes ao oferecê-los algo que os interessa sem esperar nada em troca, diretamente.

A premissa aqui é que se você disponibilizar ao seu público conteúdo e informação que sejam relevantes, ele continuará voltando para seu site e poderá se tornar, algum dia, um cliente fiel.

Rick Burnes, da gigante Hubspot, captura a essência inbound com a seguinte frase:

“Ao invés de impulsionar sua mensagem repetidamente em uma multidão, eles [marqueteiros inbound] atraem clientes altamente qualificados ao seus negócios como um imã.”  – Rick Burnes

Como consumidor, este não lhe parece muito mais atrativo?

Dentro do inbound está o Marketing de Conteúdo, que está em ascensão e vêm apresentando resultados cada vez melhores.

A ideia é produzir conteúdo que seja de qualidade, relevância e interesse para o seu público sem esperar que ele compre algo de você.

Ao fazer isso, você se torna referência em sua área e gera uma imagem positiva para sua marca, o que conduzirá consumidores ao seu produto uma hora ou outra.

Essa é, sem dúvidas, uma das principais tendências atuais e que vale a pena acompanhar.

A Rock Content oferece uma certificação gratuita no assunto, que vai te ensinar mais sobre a estratégia e como ela pode ajudar o seu negócio.

Viral Marketing: a força do “boca-a-boca” em um contexto digital

Se você é usuário de redes sociais, certamente já curtiu um link que foi compartilhado por um amigo, ou enviou algo para alguém que seria interessante para essa pessoa.

O fato é, as pessoas adoram compartilhar com amigos algo que gostaram ou que tenha provocado alguma reação.

Esse tipo de comportamento na Web sustenta o princípio do Viral Marketing, cuja estratégia é desenvolver conteúdos pelos quais seu público se interesse ou se sinta inclinado a compartilhar, multiplicando sua visibilidade e interação.

Muitas empresas têm investido nisso, obtendo resultados que vão de invejáveis a desastrosos: a recepção do público é que vai pautar o seu sucesso, e caso ela seja negativa, a viralização pode muito bem acabar com sua imagem, e muito rápido.

Veja um exemplo dos sortudos (ou melhor, competentes) aqui.

Vendarketing: unindo equipes rumo ao mesmo objetivo

Uma das grandes rixas no mundo de negócios é a que existe entre vendas e marketing.

Muitas empresas mantém os dois departamentos separados: pela falta de contato, um nunca aprende como o outro funciona, e rapidamente os dois começam a se estranhar esquecendo que estão, no final das contas, no mesmo barco e atrás de um mesmo objetivo.

Para corrigir isso, foi criado o Vendarketing (versão aportuguesada de “Smarketing” = sales + marketing).

A junção de palavras traduz o espírito da coisa: o objetivo é criar um diálogo direto entre os dois departamentos para unir seus esforços e, potencialmente, otimizar resultados.

Como isso funciona? Basicamente, todo mundo trabalha dentro do mesmo funil de vendas: Marketing assume o topo e no meio, estudando e educando o mercado de forma a gerar leads de qualidade.

Vendas, por sua vez, termina o serviço, transformando leads em clientes. E o sucesso é de todos.

Veja aqui como aplicar o Vendarketing para melhorar seus resultados.

Esse foi um guia dos principais tipos de Marketing relevantes ao mercado atualmente.

Vale lembrar que existem outras mil categorias e estratégias: tudo depende dos seus objetivos, de quem você quer atingir e como quer fazer isso.

Agora que você já tem uma ideia melhor dos diferentes tipos de Marketing e os benefícios que cada pode trazer, que tal calcular o quanto você deve investir nessa área?

Fonte: http://saiadolugar.com.br/

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desafio profissional

10 atitudes que te levarão mais longe na vida profissional

“Eu não gosto do meu trabalho”, “Não me sinto uma pessoa valorizada no que faço”, “Preciso melhorar minha vida”, “Preciso perder peso”, “Quero abrir uma empresa e não sei como”, etc.

Essas são frases que você já deve ter ouvido diversas vezes no seu trabalho e nas conversas com amigos e familiares, não é?

Possivelmente você diz algumas dessas frases para seus amigos quando não está muito feliz com seu momento atual.

Isso não é normal e não devemos aceitar essa infelicidade toda. Por isso, existem atitudes que podemos ter para criar uma vida mais feliz tanto na vida pessoal quanto profissional.

Tendo atitudes de mudança em sua vida, você irá muito mais longe.

1. Conhecimento: O conhecimento abre nossas mentes e deixa nosso cérebro inquieto em busca de oportunidades e soluções. Também nos faz pensar, sonhar e nos deixa mais otimistas e realistas.

Para isso, você não precisar fazer 2 faculdades, 3 pós-graduações ou qualquer coisa do tipo. Basta apenas ser uma pessoa curiosa e dedicar pelo menos 45 minutos do seu dia para estudar algo novo.

2. Crenças fortes: não estamos falando de religião, mas ter um sentimento forte e profundo de que as coisas estão realmente conectadas no universo e uma grande admiração pelas coisas boas da vida. Gratidão.

3. Auto confiança: confiar em você mesmo é uma das atitudes mais fortes que você pode ter. Não estamos dizendo que você precisa ter um ego enorme para ir mais longe, mas precisa de um sentimento forte de que com muito trabalho, foco, integridade e desenvolvimento contínuo pode e irá ter sucesso.

4. Visão: pessoas de sucesso têm sempre uma visão forte e bem definida do que querem. Eles têm foco e sonhos bem definidos e uma ideia clara do desejam e como chegarão lá.

5. Eu posso: se você quer ser uma pessoa bem sucedida em qualquer área da sua vida, precisa pensar como vencedor. A atitude do “Eu posso, eu consigo” é a base para acreditar que você conseguirá.

6. Paixão e Desejo: Napoleon Hill definiu muito bem essa atitude em seu livro “Leis do Triunfo”. Em seus estudos sobre pessoas de sucesso ele percebeu que todas elas tinham uma paixão e desejo enorme por seus objetivos e sonhos.

7. Coragem: possivelmente essa é a a atitude mais importante para o sucesso. Coragem significa encarar de frente os desafios sem medo do fracasso. Pessoas de sucesso sabem que o fracasso não é uma escolha, é uma etapa.

8. Disciplina: tem coragem para pagar o preço? A disciplina é algo que precisa virar um hábito em sua vida se você deseja mesmo ter sucesso. Platão já dizia “A primeira e melhor vitória para um homem é conquistar a si mesmo”. Força de vontade e motivação não são estratégias… por isso que as pessoas bem sucedidas estão dispostas a fazer o que as outras não estão. Trabalhar bastante.

9. Honestidade: pessoas bem sucedidas são transparentes e honestas na hora de fazer acordos. Integridade é a base da confiança. Confiança é algo que se conquista e para isso a honestidade e transparência são fatores fundamentais.

10. Competência: competência é a diferença entre a excelência e a mediocridade. Aqueles que querem a excelência entendem que aumentar sua competência na área de atuação é uma obrigação para o sucesso.

Além dessas atitudes, outra coisa que ajuda muito é contar com o conhecimento de pessoas que sabem como ir mais longe, tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Fonte: http://www.saiadolugar.com.br/

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empreendedor

Tão importante quanto pensar, é agir como empreendedor

Sou louco por pessoas que possuem ideias, sejam elas geniais ou não, e que acreditam nelas e fazem acontecer.

Essas pessoas não se conformam com o óbvio. Se reinventam, ousam e arriscam, para poder construir uma divertida e maravilhosa história HOJE. Elas não só pensam, mas agem como empreendedores.

Pensar como empreendedor é super importante sim, mas se não fizer nada, será só mais um planejamento que ficará engavetado.

Ficar no achismo é perda de tempo.

Por outro lado, quando você vive a sua ideia, aí sim terá argumentos convincentes, sejam eles: de vendas, estratégias, melhor modelo de negócio, como implementar melhorias, entre outros.

Vejo muitas pessoas falarem sobre empreendedorismo colocando peso em suas palavras, mas sequer viveram algo na prática. Isso é um tanto ruim…

O que mais vem desmotivando os alunos na faculdade são seus professores, que deveriam ser os primeiros exemplos, mas não possuem muita experiência prática.

Então, agora eu te pergunto:
Você pensa e age como empreendedor, ou apenas está pensando?

Ei, você ai: Quer fazer a diferença?

Pare agora mesmo de ficar inventando mirabolantes planos e venha para prática. Teste suas ideias e faça descobertas. Questione mais as suas ações do que o papel e assim terá chances de viver realmente o dia a dia do empreendedor.

Somente quando as pessoas pararem de só pensar e fazer as duas coisas juntas é que elas vão crescer, evoluir e assim conquistar o seu lugar nessa gigante selva que é o mercado.

Vem logo, essa sua ideia ai vai contribuir muito para que o nosso país seja ainda melhor!

Fonte: http://www.saiadolugar.com.br/

 

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